cirurgia bariátrica

A importância do acompanhamento psicológico após a realização da cirurgia bariátrica

A importância do acompanhamento psicológico após a realização da cirurgia bariátrica

Entre 2011 e 2018 foram realizadas quase 64 mil operações de redução de estômago no Brasil. Isso quer dizer que a procura pela cirurgia bariátrica cresceu 84,73%, segundo informações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Vale ressaltar que a última Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) apontou que 41,6 milhões de brasileiros estão acima do peso e que 13,6 milhões estão obesos.

Logo, esse cenário contribui para que mais pessoas busquem a intervenção cirúrgica como forma de perder peso rapidamente.

Apesar de as metodologias atuais mostrarem resultados significativos, ressaltamos que esse procedimento não mexe apenas com o corpo, mas também com a mente do paciente.

Por isso é fundamental que os interessados nesse tipo de intervenção busquem ajuda psicológica, sobretudo no pós-operatório. Neste artigo explicamos o porquê disso. Confira!

Qual é o papel do psicólogo nesse processo de readequação?

O processo que envolve uma cirurgia bariátrica é multidisciplinar, então, além do cirurgião, o paciente contará com uma equipe diversificada, sendo o psicólogo um dos integrantes.

Portanto a missão desse profissional é minimizar ao máximo as adversidades, facilitando a adaptação da pessoa operada. Por exemplo, em alguns casos, o paciente precisará de ajuda para recompor sua nova imagem corporal e é exatamente aí que o acompanhamento psicológico entra em cena para auxiliá-lo.

Isso quer dizer que o psicólogo o ajudará a lidar com as vantagens, desvantagens e consequências desse tipo de mudança, uma vez que as transformações também implicam medo, angústia, estresse e expectativa.

Por que o acompanhamento psicológico é importante?

Primeiramente, na maioria dos casos, o emagrecimento não está apenas relacionado à perda de peso. Para o paciente, isso também representa uma mudança no estilo de vida, que implica estética, mas vai além disso. Afinal a mudança exige uma ressignificação da própria pessoa.

Por isso, mesmo que o emagrecimento solucione a maior parte dos problemas, destacamos que alguns pacientes podem ter dificuldades de reorganização de imagem durante a transformação do corpo.

Além disso, eles também terão que lidar com outros desafios, que o pós operatório apresentam, como, o excesso de pele que acaba ficando após a realização do procedimento.

Isso quer dizer que quanto mais peso eles perderem, consequentemente, maior também será a quantidade de pele que tomará conta do corpo deles. Ou seja, eles poderão sair de um transtorno estético para cair em outro, por exemplo.

Como a família pode ajudar?

Assim como o suporte psicológico é importante, o auxílio da família contribui potencialmente na fase de reorganização de imagem, visto que o apoio prestado pelos familiares contribui no sentido de deixá-los menos ansiosos, estressados, preocupados, insatisfeitos.

Mas não para por aí, porque os membros da família também desempenham o papel de encorajá-los a cumprir toda a prescrição médica no pós-operatório da cirurgia bariátrica.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
Mitos e verdades sobre a cirurgia bariátrica

Mitos e verdades sobre a cirurgia bariátrica

A cirurgia bariátrica se tornou um dos procedimentos mais procurados no Brasil nos últimos anos, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (SBCBM), que comprovou o aumento de quase 85%. Complementar a isso, destacamos também o crescimento de obesos por aqui, sobretudo entre crianças e adolescentes.

Evidentemente, esse procedimento muda a vida das pessoas em diversos aspectos, mas também é preciso cuidado antes de implementá-lo, já que ele também mexe com a cabeça dos pacientes. Nesse caso, a fim de esclarecer alguns mitos e verdade sobre o tema, escrevo este artigo. Leia até o final e fique por dentro!

Qualquer pessoa acima do peso pode se submeter a ela?

Mito. Dependendo do tipo de cirurgia bariátrica e do resultado esperado, a técnica pode ser invasiva. Ou seja, ela pode trazer alguns riscos e complicações aos pacientes.

Por isso, antes de o médico orientá-los sobre o método mais adequado, eles são submetidos a vários procedimentos preliminares.

Por exemplo, os candidatos que apresentam algum tipo de alergia, relacionado às substâncias dos medicamentos usados durante e depois do processo, são invalidados.

Da mesma forma aqueles que demonstram instabilidade emocional, depressão, doenças cardíacas, entre outras patologias que podem complicar a operação.

Isso também se estende às pessoas que são viciadas em substâncias, já que essas condições, de certa forma, comprometem o sucesso do tratamento.

Além disso, o procedimento não é recomendado às crianças e aos adolescentes, uma vez que esse grupo passa por um período de grandes transformações ligadas ao crescimento.

É claro que havendo risco para a vida do paciente, a técnica pode ser realizada, depois de uma avaliação médica criteriosa.

O processo não é multidisciplinar

Mito. Embora o cirurgião seja o profissional que, de fato, realize a operação. O processo de uma cirurgia bariátrica envolve um corpo de profissionais multidisciplinares.

Portanto, trata-se de um trabalho em equipe que inclui uma equipe com gastroenterologista, nutricionista, psicólogo, psiquiatra, entre outros.

Alguns pacientes podem desenvolver anemia

Verdade. Essa predisposição atinge mais as mulheres, em virtude da menstruação, que leva à perda de ferro. Mas os pacientes, cuja dieta é pobre em carne vermelha também estão sujeitos. Nesse a solução consiste no consumo de alimentos ricos em ferro, além de suplementos vitamínicos.

O procedimento força o paciente a comer menos

Verdade. Dependendo do formato da operação, o percentual de redução do estômago é maior. O método Bypass gástrico é um exemplo disso, porque o paciente elimina 40% a 45% de seu peso inicial.

Logo essa é uma mudança estrutural invasiva muito eficiente nesse sentido. Além disso, outras mudanças fisiológicas, hormonais acontecem depois que a cirurgia é implementada.

Isso sem falamos da nova sinalização do sistema digestivo para o cérebro, na qual é entendido que certas alterações ocorridas ali.

De certo modo, a cirurgia bariátrica promove mais saúde e bem estar para o paciente. E, de certo modo, isso acaba se tornando a solução para quem precisa perder peso rápido.

Em contrapartida, é fundamental que os candidatos a esse tipo de procedimento busquem esclarecimentos, a fim de eliminar qualquer dúvida a respeito.

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Quais as contraindicações da cirurgia bariátrica?

Quais as contraindicações da cirurgia bariátrica?

Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou que mais da metade da população brasileira está acima do peso e os adultos representam 20% desse montante. Talvez, esse seja um dos motivos que fez o número de cirurgias bariátricas aumentarem quase 85%. Ou seja, mais pessoas estão buscando esse recurso para conseguirem acelerar a perda de peso.

Embora, os impactos gerados por técnica sejam promissores para muitos pacientes, é fundamental dizer que nem todas as pessoas estão habilitadas para esse processo. Afinal, vários fatores devem ser considerados antes de alguém se submeter a ela. Então, pensando nisso, ressalto a contraindicações para quem está pensando em realizar esse tipo de operação.

Instabilidade emocional

Antes de qualquer coisa é importante que você saiba que emagrecer também mexe com a cabeça das pessoas. Dessa forma, mesmo que esse método seja a solução para muita gente emagrecer satisfatoriamente, cada caso precisa ser avaliado criteriosamente.

Por exemplo, algumas pessoas, por conta da instabilidade emocional, podem apresentar dificuldades seguir as orientações dietéticas pós-operatórias e essa atitude pode dificultar o acompanhamento médico adequado. Da mesma forma, os indivíduos que fazem uso de drogas e álcool também não estão habilitados, até que consigam superar a dependência química.

Nessa categoria incluo os pacientes com depressão endógena, que é a condição que não apresenta princípios externos, aparentemente, mas é caracterizada por fatores hereditários e biológicos.

Manifestação alérgica

Os pacientes sensíveis a qualquer tipo de substância medicamentosa utilizada nesse processo, também entra no rol das contraindicações. Por isso todos os testes ou exames devem ser implementados para que eles tenham a segurança necessária antes, durante e depois da operação.

Problemas de saúde

Obviamente, os problemas de saúde também podem impedir a realização da cirurgia bariátrica, sobretudo os cardíacos e ainda aqueles com doenças cardiopulmonares severas, pois essas características representam risco.

Mas isso não é tudo, uma vez que pacientes com varizes esofágicas, inflamações no trato digestivo superior, hérnia hiatal volumosa, doenças imunológicas, entre outros, estão desqualificados para essa intervenção. O motivo sobre isso é porque existe uma predisposição de riscos e sangramento digestivo.

Faixa etária

O número de crianças e adolescentes acima do peso no Brasil é preocupante, pois, somados eles representam cerca de 62,5%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo que essa quantidade seja significativa, ressaltamos que a cirurgia bariátrica não é recomendada para crianças e adolescentes por uma série de motivos.

Primeiro porque essa é uma fase repleta de transformações e o desenvolvimento ósseo deles ainda está em pleno vapor. Dessa forma a operação não é recomendada para os pacientes que estão na fase de crescimento.

Mas, apesar de todos os contras, algumas cirurgias nesse sentido vêm sendo implementadas devido ao aumento considerável de crianças e adolescentes obesos. Pois 9,2% já apresentam obesidade grave, que compromete a saúde deles.

Quando se trata de cirurgia bariátrica, recomendamos ajuda profissional especializada, pois somente os profissionais qualificados têm condição de avaliar o quadro de cada paciente. Então, é fundamental pesquisar antes de bater o martelo.

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A cirurgia bariátrica é reversível?

A cirurgia bariátrica é reversível?

De uns tempos para cá, o número de brasileiros que optou pela cirurgia bariátrica com o objetivo de facilitar a perda de peso cresceu significativamente. Nesse quesito, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (SBCBM) revelou que o crescimento foi de 84,73%.

Embora essa procura seja substancial, algumas dúvidas ainda pairam sobre esse procedimento, que é tido como a solução para muita gente quando se trata de bem-estar, saúde e autoestima. Por exemplo, algumas pessoas ainda não sabem se esse procedimento é reversível ou não. Então, a fim de esclarecer o questionamento, explico mais neste artigo. Leia!

O que é cirurgia bariátrica?

Esse é o procedimento cirúrgico, cuja finalidade é reestabelecer o peso adequado do paciente, a partir da redução da capacidade do organismo, no que diz respeito à absorção de calorias. Consequentemente, a metodologia também ajuda a diminuir a morbidade e mortalidade gerada pela obesidade.

Portanto, ressaltamos que o seu objetivo não é meramente estético, uma vez que a técnica também ajuda a evitar o surgimento e desenvolvimento de patologias associadas. Além disso, o cirurgião trabalha em conjunto com outros profissionais da área da saúde, porque a avalição do candidato à cirurgia é multidisciplinar.

No que tange aos formatos de procedimentos bariátricos, também destacamos a cirurgia metabólica. Pois, mesmo que a finalidade dessa metodologia não seja a perda de peso, ela é fundamental quando se trata de ajudar pacientes diabéticos obesos a reduzirem o índice glicêmico. O lado positivo é que nessa operação são utilizados métodos menos invasivos, quando a comparamos com a bariátrica focada na redução de peso.

Quem pode fazer?

Os benefícios pós-cirúrgicos são inegáveis, no entanto, para se submeter o paciente precisa cumprir alguns critérios muito importantes, além de, é claro, estar acima do peso. Primeiramente o candidato precisa apresentar Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 40 kg/m², independentemente de comorbidades.

Nesse sentido, também há outros critérios relacionados ao IMC, ou seja, 35 e 40 kg/m² é válido no caso de presença de comorbidades e 30 e 35 kg/m² com comorbidades e classificação grave.

No que tange à idade, o processo também é restritivo, já que é preciso ter entre 18 e 65 anos para passar pelo procedimento cirúrgico. Em algumas situações, os adolescentes se qualificam, mas isso não é regra, uma vez que eles ainda estão em processo de desenvolvimento.

Quem não pode fazer?

Geralmente, os candidatos cardíacos, assim como os portadores de outras patologias que possam comprometer a operação, não se qualificam. Da mesma forma, os alérgicos às substâncias utilizadas em todo o processo, durante e depois da cirurgia.

Além desses, os candidatos que apresentam instabilidade emocional, fazem uso de antidepressivos, drogas ou álcool também não se enquadram no grupo de pessoas aptas, uma vez que essas condições podem comprometer o sucesso da operação em determinado momento.

A idade também é um quesito que pede cautela, por isso as crianças e os adolescentes não estão aptos, salvo em casos especiais.

A cirurgia bariátrica é reversível?

A resposta é sim. Portanto os pacientes que passaram por ela podem se submeter a um outro procedimento para restaurar a anatomia do aparelho digestivo. Contudo apenas alguns tipos são reversíveis e isso pode ser perigoso.

Normalmente, essa técnica é indicada quando o paciente sofreu ação colateral que não pode ser corrigida por outro método. Ou seja, no caso de problemas metabólicos graves, problemas estomacais extremos, deficiência nutricional, diarreia não tratada.

Isso quer dizer que a redução da cirurgia bariátrica é extremamente delicada, porque os tecidos e órgãos ficam fragilizados por já terem sido manipulados. Então, antes de o paciente pensar nessa possibilidade, é fundamental que ele converse com o seu médico.

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Mitos e verdades sobre a cirurgia bariátrica

Mitos e verdades sobre a cirurgia bariátrica

A cirurgia bariátrica se tornou um dos procedimentos mais procurados no Brasil nos últimos anos, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (SBCBM), que comprovou o aumento de quase 85%. Complementar a isso, destacamos também o crescimento de obesos por aqui, sobretudo entre crianças e adolescentes.

Evidentemente, esse procedimento muda a vida das pessoas em diversos aspectos, mas também é preciso cuidado antes de implementá-lo, já que ele também mexe com a cabeça dos pacientes. Nesse caso, a fim de esclarecer alguns mitos e verdade sobre o tema, escrevo este artigo. Leia até o final e fique por dentro!

Qualquer pessoa acima do peso pode se submeter a ela

Mito. Dependendo do tipo de cirurgia bariátrica e do resultado esperado, a técnica pode ser invasiva. Ou seja, ela pode trazer alguns riscos e complicações aos pacientes.

Por isso, antes de o médico orientá-los sobre o método mais adequado, eles são submetidos a vários procedimentos preliminares.

Por exemplo, os candidatos que apresentam algum tipo de alergia, relacionado às substâncias dos medicamentos usados durante e depois do processo, são invalidados.

Da mesma forma aqueles demonstram instabilidade emocional, depressão, doenças cardíacas, entre outras patologias que podem complicar a operação.

Isso também se estende às pessoas que são viciadas em álcool e drogas, já que essas condições, de certa forma, comprometem o sucesso do tratamento.

Além disso, o procedimento não é recomendado às crianças e aos adolescentes, uma vez que esse grupo passa por um período de grandes transformações ligadas ao crescimento. É claro que havendo risco para a vida do paciente, a técnica pode ser realizada, depois de uma avaliação médica criteriosa.

O processo não é multidisciplinar

Mito. Embora o cirurgião seja o profissional que, de fato, realize a operação. O processo de uma cirurgia bariátrica envolve um corpo de profissionais multidisciplinares. Portanto, trata-se de um trabalho em equipe que inclui gastroenterologista, nutricionista, psicólogo, psiquiatra, entre outros.

Alguns pacientes podem desenvolver anemia

Verdade. Essa predisposição atinge mais as mulheres, em virtude da menstruação, que leva à perda de ferro. Mas os pacientes, cuja dieta é pobre em carne vermelha também estão sujeitos. Nesse a solução consiste no consumo de alimentos ricos em ferro, além de suplementos vitamínicos.

O procedimento força o paciente a comer menos

Verdade. Dependendo do formato da operação, o percentual de redução do estômago é maior. O método Bypass gástrico é um exemplo disso, porque o paciente elimina 40% a 45% de seu peso inicial.

Logo essa é uma mudança estrutural invasiva muito eficiente nesse sentido. Além disso, outras mudanças fisiológicas, hormonais acontecem depois que a cirurgia é implementada. Isso sem falamos da nova sinalização do sistema digestivo para o cérebro, na qual é entendido que certas alterações ocorridas ali.

De certo modo, a cirurgia bariátrica promove mais saúde e bem estar para o paciente. E, de certo modo, isso acaba se tornando a solução para quem precisa perder peso rápido. Em contrapartida, é fundamental que os candidatos a esse tipo de procedimento busquem esclarecimentos, a fim de eliminar qualquer dúvida a respeito.

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A importância do apoio da família após a cirurgia bariátrica

A importância do apoio da família após a cirurgia bariátrica

Por acarretar em mudanças de comportamento bruscas dentro de casa, o apoio da família é extremamente importante para o candidato à cirurgia bariátrica — tanto antes quanto depois do procedimento cirúrgico.

Algumas vezes, o apoio familiar não é dado, seja devido a falta de informação ou de consciência do fato de que a obesidade é uma doença crônica e de que, em muitos casos, a cirurgia bariátrica é necessária por ser a única forma de tratamento viável.

No entanto, é importante salientar que o paciente é o maior responsável por se adequar à essas modificações após a operação.

A influência familiar na vida do paciente

Na grande maioria dos casos, os maus hábitos alimentares do obeso são os mesmos da família. Em virtude disso, é preciso que a família esteja aberta e ciente de todas as modificações que serão necessárias após a cirurgia.

Inclusive, esse é um dos motivos de alguns pacientes realizam suas primeiras consultas sem comunicar aos familiares. Entretanto, o motivo principal talvez seja o constrangimento relacionado à possíveis críticas que serão sofridas.

Assim, o paciente precisa mostrar a sua família que a obesidade é uma fator de risco muito grande para o surgimento de doenças como diabetes e hipertensão, por exemplo.

Por outro lado, paciente bariátrico recebe o devido apoio familiar, é gerado um ambiente benéfico e que facilita bastante para que os resultados sejam obtidos.

Ademais, também é necessário que a família faça uma consulta com o psicólogo da equipe multidisciplinar, a fim de que o paciente receba a liberação para a intervenção cirúrgica.

Como a família pode ajudar o paciente antes e após a cirurgia

A mudança nos hábitos alimentares do membro da família submetido a cirurgia tende a trazer benefícios para todos que decidirem apoiá-lo e acompanhá-lo nessa nova jornada.

Além disso, outra vantagem é que, dessa forma, o paciente se manterá sempre motivado e conseguirá seguir com o tratamento com menos complicações.

A seguir, confira algumas dicas de como a família pode auxiliar o paciente antes e após a cirurgia.

Antes da operação

  • Sempre que possível, acompanhar o paciente nas reuniões e nas consultas antes da cirurgia, além de procurar informações sobre o procedimento cirúrgico, pois dessa forma o paciente se sentirá mais seguro;
  • No período de internação, a família deve incentivar sempre o paciente a seguir as orientações médicas e demonstrar boa vontade para ajudar o paciente no que ele precisar, como, por exemplo, em relação aos cuidados com a higiene pessoal.

Depois da operação

  • Após a cirurgia bariátrica o paciente pode sentir falta de apetite. Nesse momento, hora do familiar convencê-lo a se alimentar mesmo sem vontade;
  • Após receber alta do hospital é de suma importância que o paciente faça caminhadas todos os dias, de acordo com as orientações que ele recebeu do médico. Se possível, é bom o acompanhar nessa atividade física.

A cirurgia bariátrica provoca muitas mudanças na vida do paciente, sobretudo a inclusão de atividades físicas em sua rotina e as alterações radicais nos hábitos alimentares. Assim sendo, os familiares são imprescindíveis que ele obtenha os resultados desejados.

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Mulheres podem engravidar após a cirurgia bariátrica?

Mulheres podem engravidar após a cirurgia bariátrica?

A gravidez de uma mulher que passou por uma cirurgia bariátrica é considerada mais segura e com riscos menores de complicações do que a de uma mulher obesa.

Entretanto, as mulheres que passaram pelo procedimento cirúrgico devem aguardar pelo menos um ano para tentar engravidar.

Essa recomendação está relacionada ao fato da rápida perda de peso nesse período poder ocasionar uma instabilidade nutricional — que pode trazer riscos ao feto e até mesmo à continuidade da gravidez.

Riscos da gestação precoce

Alguns estudos mostraram que metade das mulheres que realizaram a cirurgia bariátrica e engravidaram antes do período de um ano após a cirurgia, tiveram bebês com peso considerado abaixo do normal.

Esse fato pode ser atribuído à falta de vitaminas no organismo da mãe.

Dessa forma, após a operação, é necessário fazer uma suplementação de minerais e vitaminas, especialmente se o procedimento cirúrgico que foi realizado foi do tipo gastroplastia com derivação intestinal.

Diga-se de passagem, esse procedimento — onde o estômago é cortado e a parte menor passa a ser o “novo” órgão, enquanto a maior é ligada ao intestino, formando um Y — é o mais adotado no mundo

Outra complicação que pode ocorrer se a mulher engravidar antes do período recomendado após a cirurgia é a chamada síndrome de dumping.

Basicamente, a síndrome consiste em um efeito colateral que ocasiona sudorese fria, vômito, queda de pressão e sensação de mal estar.

Isso acontece devido a passagem dos alimentos do estômago para o intestino muito rapidamente.

E, no caso de gestantes — que já têm tendência a apresentar a maioria desses sintomas —, eles podem se apresentar de forma mais intensa.

Além disso, é aconselhável que a mulher que passa por esse procedimento cirúrgico receba orientações sobre método contraceptivos e sobre a gravidez, a fim de possibilitar o planejamento de uma futura gestação.

Engravidei após a cirurgia bariátrica, e agora?

A gestante deve realizar exames a cada 30 dias. Alguns exemplos deles, são:

  • Hemograma completo;
  • Ferritina (que verifica o excesso ou a falta de ferro no organismo);
  • Vitaminas;
  • Sais minerais;
  • Proteínas.

Também é necessário passar por uma orientação médica em relação a dieta.

Ademais, não comer muito doce durante a gestação é uma das principais recomendações, pois isso pode ocasionar hipoglicemia nos bebês (nível baixo de açúcar no sangue).

O pâncreas do bebê está acostumado a receber uma dose de glicose muito alta na barriga da mãe e, após o nascimento, essa dosagem elevada deixa de ser recebida.

Por consequência, a taxa de glicose cai, podendo levar o recém-nascido até para a UTI.

Em relação ao parto, normalmente a grande maioria é realizado através da cesariana.

Essa opção é a mais indicada devido a uma consequência física dos músculos abdominais da mulher, que normalmente ficam mais flácidos devido a perda de peso.

Se o médico optar pelo parto normal e a paciente tiver que fazer muita força pelo bebê estar demorando para nascer, pode haver falta de oxigenação para a criança no canal vaginal.

Essa situação é grave e pode causar uma paralisia cerebral no recém-nascido.

Além disso, a cesariana tem a preferência de muitos obstetras e das mulheres — não somente as que realizaram a cirurgia bariátrica — por questões como previsibilidade e comodidade.

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Como será a sua vida pós-cirurgia bariátrica?

Como será a sua vida pós-cirurgia bariátrica?

Depois de realizar a cirurgia bariátrica, o paciente se alimentará através do soro pela veia e, somente dois dias após o procedimento, poderá ingerir líquidos, porém em pequena quantidades e com intervalos de aproximadamente 20 a 30 minutos, devido a sensibilidade do estômago operado.

Normalmente, uma semana após a cirurgia, o estômago começa a tolerar bem os líquidos ingeridos pelo paciente. Em virtude disso, o paciente já poderá comer alimentos pastosos, como, por exemplo, mingau ou purê de batata.

Em relação aos alimentos sólidos, somente aproximadamente um mês após a intervenção cirúrgica — e com o auxílio do médico — é que o paciente poderá dar início ao consumo.

É importante lembrar que a ingestão de alimentos sólidos deverá ser em quantidades pequenas e que eles devem ser muito bem mastigados para impedir que seja consumida uma quantidade de alimento maior que o “novo” estômago possa suportar.

A rotina após a cirurgia bariátrica

Veja, a seguir, como será a rotina logo após a intervenção cirúrgica.

Curativos

A nova rotina de vida do paciente operado começa com os devidos cuidados com os curativos para proteger o local do corte na região do abdômen.

 As recomendações principais envolvem não molhar o curativo e, após a retirada dos pontos, fazer uso diariamente de um creme hidratante, para hidratar a região operada.

Incômodos e dores

No primeiro mês após a cirurgia é normal o paciente sentir alguns incômodos, entretanto, esses sintomas tendem a diminuir com o passar dos dias.

Em alguns casos podem também acontecer dores no abdômen, diarréia e vômitos. A fim de aliviar os sintomas a utilização de faixa abdominal e analgésicos são indicadas pelo médico.

Caso o paciente tenha ânsia de vômito depois as refeições, mesmo se alimentando da forma recomendada, assim como febre, infecção no corte cirúrgico, problemas no intestino ou dores que não aliviam com os remédios, será necessário procurar ajuda médica especializada.

Dieta balanceada

Após a cirurgia bariátrica, o estômago fica muito sensível. Devido a essa condição, a alimentação será retomada de forma gradativa.

Como foi dito anteriormente, nos 2 primeiros dias após a procedimento cirúrgico, o paciente se alimentará somente através do soro pela veia. Ultrapassada essa etapa, os alimentos líquidos poderão ser ingeridos em pequenas quantidades e, depois da adaptação do estômago, inicia-se a alimentação na forma pastosa.

Passados 30 dias da cirurgia, o paciente poderá começar a se alimentar com alimentos de forma sólida, como arroz, feijão, legumes cozidos, pães integrais, queijos magros, frutas e carnes magras. Mas sempre de forma bem moderada e os mastigando bastante.

Atividade física

A atividade física deve ser inserida na rotina do paciente de forma gradativa. Uma semana após a cirurgia, ele já terá condição de realizar atividades comuns no dia a dia, como subir escada, por exemplo.

A partir da segunda semana pós-cirurgia bariátrica, o paciente já poderá dirigir e caminhar. Passadas essas etapas, com o apoio do médico e de um profissional de educação física qualificado, o paciente deve começar a prática dos exercícios físicos, a fim de melhorar a qualidade de vida e a saúde.

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Devo fazer cirurgia plástica após a cirurgia bariátrica?

Devo fazer cirurgia plástica após a cirurgia bariátrica?

A abdominoplastia — ou dermolipectomia abdominal — é a cirurgia plástica comumente executada depois da cirurgia bariátrica. Esse procedimento cirúrgico tem por objetivo retirar a pele em excesso do corpo.

Em um número elevado dos casos, esse procedimento é utilizado por pacientes que passaram por mudanças de peso, que tiveram várias gravidezes ou que possuem excesso de pele no corpo causada pela cirurgia de redução de estômago.

A intervenção cirúrgica é realizada através de uma anestesia peridural com sedação ou com anestesia geral e, no decorrer dela, são feitas incisões no abdômen, removendo a gordura e deixando os músculos abdominais a mostra.

Os músculos são saturados com o objetivo de ficarem mais firmes e, consequentemente, melhoram consideravelmente a silhueta da região do abdômen.

O procedimento também elimina o estado da diástase, que consiste na separação dos músculos abdominais. A pele é esticada, e dessa forma, o excesso é retirado.

Para finalizar a intervenção cirúrgica, o médico faz uma incisão bem pequena para dar forma ao umbigo, remodelando o corpo.

Quando devo fazer a cirurgia plástica?

Essa cirurgia reparadora costuma ser indicada em casos de emagrecimento rápido, como os ocorridos após a cirurgia bariátrica.

Nestes casos, o excesso de gordura faz com que a pele fique muito esticada e esse estado não muda com a perda de peso, podendo ocasionar distúrbios — não só esteticamente falando, mas também na higiene pessoal do paciente, causando o acúmulo de sujeiras e suor, além de infecções por fungos e assaduras.

Ademais, para poder executar este procedimento cirúrgico, é de suma importância cumprir algumas exigências. São elas:

  • Se empenhar em manter uma vida saudável – Mantendo uma alimentação balanceada e praticando atividades físicas;
  • Não demonstrar tendência para engordar novamente – Se isso ocorrer, a pele pode voltar a esticar e, por consequência, causar estrias e flacidez;
  • Manter o peso estabilizado – O peso precisa estar estabilizado, caso contrário, a flacidez pode surgir novamente.

É possível realizar esse procedimento de forma gratuita ou através da cobertura de um plano de saúde.

Em ambos os casos, o médico cirurgião plástico terá que elaborar um relatório que comprove a necessidade do paciente em realizar a cirurgia plástica, após a cirurgia bariátrica.

Também pode haver a necessidade de passar pela avaliação de um perito médico para confirmar essa necessidade.

Como é a recuperação dessa cirurgia?

A cirurgia plástica ou reparadora tem um período de 2 a 5 horas de duração, sendo realizada com anestesia local ou geral — isso se diferencia de acordo com o tipo de intervenção, e se há ou não outras técnicas agregadas, como a lipoaspiração por exemplo.

O tempo que o paciente permanece internado é de aproximadamente 24 horas, sendo necessário o repouso domiciliar por um período de até 30 dias. Durante esse período é indicado o uso de medicamentos para dor, prescritos pelo médico.

O paciente também deve comparecer às consultas agendadas pelo médico cirurgião para ser reavaliado e  evitar carregar peso. A reavaliação geralmente acontece até 10 dias após o procedimento cirúrgico.

Após a cirurgia bariátrica e a cirurgia reparadora, o paciente está pronto para começar uma “nova vida”, cuidando agora da saúde e mantendo sua autoestima elevada.

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10 mudanças na alimentação pré-cirurgia bariátrica

10 mudanças na alimentação pré-cirurgia bariátrica

A cirurgia bariátrica — ou cirurgia de redução de estômago, como é comumente conhecida — é um procedimento cirúrgico realizado por um médico, com o objetivo de reduzir o estômago do paciente com obesidade mórbida, limitando assim a quantidade de alimentos que serão ingeridos e, consequentemente, ocasionando a eliminação de peso.

Pessoas muito obesas — com Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou superior a 40 —  ou até mesmo indivíduos com um IMC 35 ou superior, mas que possuem uma condição de saúde que possua relação com a obesidade, como cardiomiopatia ou diabetes tipo 2, são postulantes à realização da cirurgia bariátrica.

Para que haja sucesso na cirurgia de redução de estômago — ou seja, para que os benefícios sejam alcançados —  é necessário mudar os hábitos.

Novos hábitos alimentares pré-cirurgia bariátrica

Essa vida nova que virá deverá começar antes mesmo do processo cirúrgico, e deve ser iniciada com uma alimentação balanceada e saudável.

O período que antecede a cirurgia bariátrica requer diversos cuidados ao paciente, que deverá não apenas se preparar para a cirurgia como também procurar se adaptar à nova rotina de vida que terá após o procedimento cirúrgico.

Normalmente, o candidato a cirurgia de diminuição do estômago,tem o hábito de comer bastante — principalmente alimentos ricos em gordura — , mas depois de confirmada a cirurgia ele terá que começar a mudar radicalmente seus hábitos alimentares e, para isso, deverá ser acompanhado e orientado pelo nutricionista.

A seguir, veja 10 mudanças que deverão ser seguidas na alimentação pré-operatória.

1. Ingerir bastante água

A água é fundamental para o bom funcionamento do nosso organismo, visto que ela representa cerca de 60% do nosso corpo. Portanto, é recomendada a ingestão de no mínimo 2 litros de água por dia.

2. Preferir os produtos light

Os alimentos light apresentam em sua composição uma redução de até 25% de alguns nutrientes em comparação aos alimentos convencionais, tendo seu teor calórico diminuído. Por essa razão, são mais indicados para a diminuição do peso.

3. Abolir o refrigerante

O refrigerante é um composto rico em açúcar que prejudica a saúde e contribui para o aumento de peso. Dessa forma, prefira o consumo de bebidas naturais.

4. Optar por cereais integrais

Os cereais integrais preservam os nutrientes naturais dos alimentos e, além disso, geram energia para o corpo através dos carboidratos, gorduras boas, vitaminas, fibras e minerais. Por esse motivo, é importante incluí-los em sua dieta.

5. Alimentar-se a cada 3 ou 4 horas

Ao se candidatar para a cirurgia de redução de estômago, é preciso comer a cada 3 ou 4 horas, em pequenas quantidades, para evitar o famoso “ataque” de fome.

6. Diminuir ou cortar o consumo de bebidas alcoólicas

São muitos os benefícios ao diminuir ou abolir a ingestão de bebidas alcóolicas. Entre eles, podemos citar a melhora do funcionamento do aparelho digestivo e a diminuição o peso. Então, evite o máximo possível.

7. Reduzir a quantidade das porções

A diminuição das porções ingeridas, aliada a alimentação sem pressa, ajudam na perda de peso.

8. Não fazer uso do açúcar comum

Também é recomendado substituir o açúcar refinado por adoçantes que contenham as substâncias sucralose ou stévia, pois essas substâncias conservam o valor calóricos dos alimentos e contribuem para a redução de peso e controle da glicose.

9. Abolir os alimentos fritos

Prefira os grelhados que não utilizem óleo, pois isso torna os alimentos muito mais saudáveis, auxiliando bastante na perda de peso.

10. Fuja dos alimentos industrializados

Os alimentos industrializados prejudicam bastante o organismo de todos, e —  se tratando de uma pessoa que irá realizar o procedimento da cirurgia bariátrica — o cuidado precisa ser redobrado, pois, além de tudo, devido aos muitos aditivos presentes, proporcionam o aumento de peso.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos