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Hepatite e câncer de fígado: entenda a relação entre as doenças

Alguns fatores de risco devem ser observados com muita atenção, principalmente quando isso envolve hepatite e câncer de fígado. Para que você tenha uma ideia, a relação entre essas doenças é mais próxima do que se possa imaginar. Por exemplo, os tumores primários do fígado podem ser basicamente evitados com a prevenção das hepatites B e C. É claro que essa ação preventiva também engloba outros fatores, como o resguardo de algumas doenças metabólicas, como esteatose e diabetes. No entanto, é válido ressaltar que 50% dos pacientes que apresentam esse tipo de neoplasia sofrem de hepatite crônica ou cirrose hepática, conforme dados divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA). Pensando na gravidade gerada pela relação entre essas duas doenças, destaco, neste artigo, como elas se interligam. Quer ficar por dentro? Confira, a seguir!

Relação entre hepatite e o câncer de fígado

O tabagismo, assim como a fumaça resultante do tabaco, também estão entre os motivos do desenvolvimento do câncer de fígado. Outro fator importante tem a ver com o colangiocarcinoma, que é uma forma muito rara de câncer nos tubos delgados. Além disso, outra condição que favorece a manifestação desse tipo de neoplasia está relacionada ao angiossarcoma, que é uma espécie de tumor vascular maligno. Além de obesidade, do diabetes tipo 2, hereditariedade, algumas doenças raras, infecção por parasitas, entre outros fatores. No entanto, como já enfatizamos, 50% dos casos de câncer de fígado vêm de pacientes que apresentam hepatocarcinomas, ou seja, quadros de cirrose hepática, hepatite crônica e doença grave relacionada ao alcoolismo.

Quais são os sintomas do câncer de fígado?

A formação de massa e dor abdominal estão entre os sintomas característicos deste tipo de tumor. Porém, a perda de peso excessiva sem motivo, assim como mal-estar, falta de apetite, acúmulo de líquido abdominal, icterícia, por exemplo, também estão entre os principais sinais da doença.

Qual é a relação entre hepatite e câncer de fígado?

De forma resumida, a relação entre a hepatite e o câncer de fígado é significativa. Isso porque as hepatites virais, dos tipos B e C, aumentam o risco da doença, devido à ação direta do vírus. Além disso, essas doenças costumam evoluir para quadros de cirrose. Mas, cabe aqui ressaltar que a hepatite A não está relacionada a esse contexto. No caso da hepatite B, existe a probabilidade do material genético do vírus se integrar ao hepatócito do enfermo. Ou seja, o resultado disso é a modificação do DNA do doente. Então, essa concentração de material genético provoca alterações que culminam no desenvolvimento do câncer de fígado. Logo, esse grupo de pessoas tem 100 vezes mais chances de desenvolver o tumor no órgão. Por outro lado, a hepatite C é a responsável por muito mais casos da doença no Brasil, segundo o INCA. No entanto, os fatores virais nesse sentido ainda não foram totalmente esclarecidos. A detecção do câncer de fígado na fase inicial é imprescindível para o sucesso do tratamento. Afinal de contas, isso implica a remoção cirúrgica do tumor. Mas, além disso, a prevenção é fundamental para evitar ao máximo a doença. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

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