doenças gastrointestinais

5 principais exames para o diagnóstico de doenças gastrointestinais

Os problemas envolvendo o trato gastrointestinal podem ser variados, indo do refluxo a uma constipação. Eles também se diferem em termos de duração de tempo da doença e da gravidade da condição. Atualmente, a medicina conta com diversos exames nessa área que garantem um diagnóstico mais preciso e um processo de recuperação mais eficiente para os pacientes que têm doenças gastrointestinais.

A seguir, selecionamos alguns dos principais. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Exames para diagnosticar doenças gastrointestinais

1. Endoscopia digestiva alta

Tem como finalidade avaliar a situação das mucosas dos vários órgãos dos aparelhos digestivos, como o esôfago, o duodeno e o estômago. A endoscopia digestiva alta é feita por meio de um tubo flexível que permite ao médico visualizar o interior do corpo em um monitor. Esse procedimento é muito importante para o diagnóstico de doenças como úlceras, gastrites e hérnias.

2. Ecoendoscopia

A ecoendoscopia, também chamada ultrassom endoscópico, une elementos da endoscopia e da ultrassonografia em um procedimento.

O ecoendoscópio pode ser inserido no aparelho digestivo por meio da boca do paciente ou pelo ânus, no caso de ser uma ecoendoscopia baixa. Quando o dispositivo chega ao local a ser examinado, o médico consegue obter imagens semelhantes àquelas de um ultrassom, além da visão endoscópica.

É muito usado para avaliar lesões no reto, no duodeno, no estômago e no esôfago. Também é aplicado para o diagnóstico de tumores neuroendócrinos e a punção de linfonodos aumentados.

3. pHmetria do esôfago

A realização desse exame não exige que o paciente seja sedado. É feita uma anestesia tópica em uma das narinas, para que seja possível passar um cateter fino por ela. Esse dispositivo é conectado a um aparelho que registra os dados. O objetivo é medir o refluxo ácido esôfago-faríngeo ou gastresofágico.

A pHmetria é recomendada para uma série de situações, como vômitos ou náuseas frequentes, sintomas que apontem para o refluxo gastroesofágico, dor ou dificuldade ao engolir, dentre outras.

4. Colonoscopia

A colonoscopia permite que toda a extensão do reto e do cólon possa ser analisada por meio de um colonoscópio. Esse aparelho conta com uma câmera na ponta, tecnologia que permite que o médico possa ter uma visão abrangente da região.

Além disso, o colonoscópio também permite que o especialista use instrumentos específicos para remover partes de tecidos — biopsia — de regiões que levantem suspeitas, a exemplo dos pólipos.

5. Manometria esofágica

Tem como objetivo analisar o funcionamento do esôfago, avaliando a atividade muscular das partes funcionais do órgão durante o processo de deglutição e nos momentos de repouso.

Além de ajudar na investigação de distúrbios do sistema esofágico, a manometria auxilia a determinar o local exato do esfíncter inferior (esôfago) para que o eletrodo de pHmetria possa ser colocado corretamente.

Por fim, é importante lembrar que, ao menor sinal de desconforto na região do esôfago, do estômago e do intestino de forma persistente, o médico especialista precisa ser consultado. O profissional fará todos os exames necessários para a real compreensão do que está ocorrendo. Afinal, doenças gastrointestinais, quando não tratadas corretamente, podem ocasionar problemas mais complexos para a saúde, como inflamações crônicas, câncer e falência intestinal.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder os seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

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Dr. Rodrigo Gui Queiroz

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz