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Dieta pós-cirurgia bariátrica: o que evitar?

Dieta pós-cirurgia bariátrica: o que evitar?

Quando o paciente passa por uma cirurgia bariátrica, ele precisa tomar alguns cuidados com as dietas, especialmente, no decorrer dos primeiros meses após a realização do procedimento.

Geralmente, a orientação é que a adaptação seja feita em fases, ou seja, por meio de uma dieta que evolua da líquida até a normal.

Logo, é preciso que um acompanhamento médico seja feito de perto. Assim, o quadro geral da pessoa pode ser avaliado e, caso seja necessário, tomar alguma medida para tornar os resultados da cirurgia mais eficazes.

Certamente, cada pessoa tem necessidades diferentes ao passar por uma cirurgia bariátrica. Por outro lado, há algumas recomendações que são gerais para as bebidas e alimentos que devem ser deixados de lado.

A seguir, vamos saber mais sobre isso. Acompanhe!

Pão, arroz e macarrão

Devido a natureza característica do amido no macarrão, arroz e pão, após a cirurgia, eles podem fazer com que uma pasta surja na garganta, a qual se torna difícil de ser engolida sem ajuda de um líquido. É melhor evitar esses alimentos a princípio e, quando for comer, ingerir pequenas porções de cada um.

 Bebidas alcoólicas

As bebidas alcoólicas devem ficar de fora das dietas pós-cirurgia bariátrica. Geralmente, as que se enquadram nessa categoria são muito calóricas e, além disso, após o procedimento, a absorção do álcool aumenta significativamente pelo organismo, fator que contribui para provocar uma intoxicação na pessoa.

Alimentos com calorias vazias

Como o estômago teve seu tamanho reduzido de forma drástica, é preciso ter atenção aos itens consumidos para avaliar se são capazes de fornecer os nutrientes necessários ao organismo.

Isso significa que os alimentos de calorias vazias, tais como pipoca, bolos de arroz, doces e batatas fritas devem ser evitados.

Além de ocupar um espaço que poderia ser preenchido por alimentos que forneçam energia ao corpo, aqueles que são fritos ou cheios de açúcar ainda pode fazer com que a pessoa ganhe o peso de volta.

Outra situação que eles podem causar é a chamada Síndrome do Dumping, na qual alimentos desse tipo chegam rapidamente ao cólon após serem ingeridos. Essa síndrome pode levar o individuo a sofrer com diarreias, fraqueza, náuseas, suor frio e vômitos.

Alimentos fibrosos

Vegetais e frutas são muito importantes para dietas nutritivas e equilibradas. Entretanto, é preciso evitar aqueles de difícil digestão e fibrosos como, por exemplo, repolho, brócolis, milho e aipo.

Com o passar do tempo, o organismo vai desenvolvendo uma maior tolerância a esses alimentos, mas a curto prazo, após a cirurgia, é recomendado evitá-los.

Bebidas açucaradas

Anteriormente, falamos sobre as bebidas alcoólicas. Porém, é preciso ter atenção, também, a outros tipos de bebidas, especialmente as que trazem frutose, xarope de milho e açúcar na composição, pois não ajudam nem na nutrição e nem na manutenção do peso. A cafeína também entra na lista, pois pode contribuir para a desidratação.

Esses são apenas alguns dos principais alimentos que devem ser evitados nas dietas pós-cirurgia bariátrica. Por fim, vale sempre lembrar que tudo é um processo de aprendizado. Com o tempo, será mais fácil lidar com a alimentação diária e adotar hábitos cada vez mais saudáveis!

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
Hemorroidas: causas, sintomas e tratamentos

Hemorroidas: causas, sintomas e tratamentos

As hemorroidas são veias inchadas que surgem na parte mais baixa do reto e ânus. Em algumas situações, as paredes desses vasos sanguíneos ficam muito sensíveis e finos fazendo com que as veias se amontoem, causando, dessa forma, irritação, especialmente na hora de expelir as fezes.

A hemorragia retal é uma das consequências mais comuns das hemorroidas. Entretanto, raramente elas (as hemorroidas) apresentam algum nível de perigo. Porém, é sempre recomendado buscar por orientação médica para confirmar se não existe uma condição que precise de mais atenção.

Além disso, vale pontuar que elas podem desaparecer por conta própria, mas os tratamentos podem ajudar a diminuir os incômodos e acelerar esse processo.

Principais sintomas

No caso das hemorroidas internas, aquelas muito no interior do reto a ponto de não serem vistas ou sentidas, geralmente, não provocam dores. Mas há alguns sintomas, tais como:

  • Sangue nas fezes, no vaso sanitário ou no papel higiênico;
  • Tecido que se projeta para fora da abertura anal (prolapso). Sendo que existe o chamado prolapso irredutível. Ou seja, não volta para a posição original mesmo quando as veias são empurradas;
  • Veias que podem voltar para o interior do reto sozinhas ou quando empurradas com cuidado.

Por outro lado, as hemorroidas externas tendem sempre a apresentar sintomas mais evidentes. Alguns sinais são:

  • Veias visíveis e palpáveis;
  • Dor intensa em caso de trombose;
  • Dor ao sentar;
  • Dor ao evacuar;
  • Sangramentos.

Sobre os episódios de hemorragia, é fundamental que a pessoa não assuma que é decorrente à condição hemorroidária sem antes ter passado por uma consulta médica. Afinal, existem diversas outras doenças que podem levar aos mesmos sintomas e que precisam de uma investigação mais atenta.

Causas das hemorroidas

O paciente pode ter mais chances de desenvolver a doença, caso outros membros de sua família já tiverem apresentado a condição.

Outro fator que pode levar ao surgimento do problema, é o aumento da pressão no reto inferior, que pode prejudicar o fluxo de sangue o que leva ao inchaço das veias. Isso pode ocorrer devido a:

  • Movimento de empurrar durante os movimentos intestinais;
  • Peso extra, a exemplo do quadro de obesidade;
  • Sexo anal;
  • Dieta pobre em fibras;
  • Gravidez, pois o útero em crescimento pode pressionar as veias.

Pessoas que passam muito tempo sentadas também correm maior risco de desenvolver a doença. Além disso, diarreia e prisão de ventre podem contribuir para o quadro.

Tratamentos possíveis

Em uma maioria significativa dos casos, a adoção de medidas simples ajuda a aliviar os sintomas, enquanto as hemorroidas desaparecem por conta própria. Contudo, pode haver situações em que medicamentos e até a cirurgia sejam recomendados.

Alguns tratamentos domiciliares são:

  • Uso de analgésicos para aliviar o desconforto;
  • Toalhas úmidas, pois o papel higiênico seco pode piorar a condição;
  • Banhos mornos na região para aliviar coceira e sensação de queimação;
  • Compressas frias para ajudar na diminuição do inchaço;
  • Cremes e pomadas específicos.

Quanto as opções cirúrgicas, há vários tipos de procedimentos que podem ser realizados, sendo que alguns são mais usados que outros. Entretanto, a definição da melhor técnica sempre é tomada com base nas necessidades e condições dos pacientes, assim como na avaliação do médico.

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Aftas: como tratá-las?

Aftas: como tratá-las?

As aftas surgem como pequenas úlceras dolorosas na parte interna da boca. Elas podem afetar a garganta, lábios, bochechas e até a língua. Geralmente, elas apresentam uma coloração branca, amarelada ou cinza, com borda avermelhada.

Um fato curioso, é que as mulheres tendem a ter aftas mais frequentemente do que os homens. Além disso, dentre as lesões que ocorrem na boca, elas estão entre as mais comuns.

A seguir, vamos conhecer alguns dos tratamentos mais usados para lidar com as aftas. Acompanhe e fique por dentro desse tema!

Tratamentos para aftas

Antes de tudo, é sempre bom lembrar da necessidade de procurar um profissional treinado, uma vez que existe uma série de outras condições que podem causar lesões na boca e são facilmente confundidas com as aftas.

Outro aspecto importante sobre essa doença bucal, é que ela costuma se curar sozinha dispensando, assim, tratamentos.

Por outro lado, há algumas práticas que podem ajudar a lidar com os incômodos e acelerar o processo de cura. Logo abaixo, estão algumas das técnicas mais usadas para tratar a condição. Confira!

Peróxido de hidrogênio

O peróxido de hidrogênio ajuda no tratamento das aftas, pois auxilia na cicatrização da lesão, limpando a ferida e diminuindo a quantidade de bactérias. A aplicação é feita com uma solução a 3% com partes iguais de água. Um algodão ou um cotonete podem ser usados na aplicação.

Água salgada

Um dos tratamentos mais conhecidos para aftas é água com sal, mesmo sendo um pouco doloroso, bochechar com a solução ajuda a secar as lesões. Para usar o método, basta que a pessoa dissolva 1 colher de chá de sal em ½ xícara de água morna.

Sálvia

Enxaguantes bucais com sálvia na composição também podem ajudar a tratar as aftas, além de vários outros problemas bucais, pois possuem propriedades anti-inflamatórias, antibacterianas, anti-sépticas e adstringentes. A maioria das farmácias vende esse produto.

Pastilhas de zinco

Quando o sistema imunológico não está bem, as aftas podem surgir com maior facilidade.

As pastilhas de zinco podem ajudar o organismo a ter mais força para combater as bactérias causadoras do problema, uma vez que esse mineral contribui para aumentar a imunidade. Esse produto pode ser encontrado em qualquer farmácia, mas é preciso ler atentamente as informações da fabricante, já que podem trazer outros ingredientes na composição.

Suplementos vitamínicos

Alguns estudos demonstram que pessoas com deficiência de vitamina B-12 nas dietas alimentares têm mais chances de terem aftas. Sendo assim, um complexo vitamínico pode ajudar, porém, vale ressaltar que esses suplementos podem causar efeitos colaterais. Por isso, o ideal é consultar o médico antes de usar.

Quando procurar ajuda?

Como foi apontado no início, as aftas, normalmente, se curam sozinhas e não representam motivos de grande preocupação. Porém, alguns sinais podem indicar a necessidade de procurar um médico para uma avaliação mais atenta:

  • Presença de várias lesões.
  • Ferida que não cicatrizou após duas semanas.
  • Feridas maiores que as normais para as aftas.
  • Febre.
  • Dor que afeta os lábios.
  • Feridas que tornam difícil comer e beber.

Ao consultar o profissional especializado será mais fácil identificar as causas do problemas e quais as melhores soluções para ele.

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Como é a vida após a remoção da vesícula biliar?

Como é a vida após a remoção da vesícula biliar?

Com tamanho entre 7 e 10 centímetros, a vesícula biliar é um órgão que tem o formato de uma pera. Ele tem um importante papel no corpo humano, pois tem como função fundamental concentrar a bile e promover a sua liberação para a ajudar no processo de digestão de alimentos gordurosos.

Apesar disso, a bile não é considerada um órgão vital, o que significa que a pessoa pode viver bem sem ela. Nos próximos parágrafos, vamos entender melhor como isso é possível e quais cuidados ter. Acompanhe!

Vivendo sem a vesícula biliar

Antes de tudo, é interessante observar que, sem a vesícula biliar, não é possível que haja o armazenamento da bile, processo que ocorre, normalmente, quando o individuo fica um longo período sem comer, por exemplo, durante à noite.

É muito comum que o médico recomende ao paciente uma dieta especial, com pouca gordura durante as primeiras semanas, após a cirurgia para a retirada do órgão. Afinal, isso é necessário para respeitar e não sobrecarregar o próprio organismo durante a adaptação ao funcionamento sem a vesícula.

Além disso, passada essa primeira etapa de ajustamento, a maioria significativa dos pacientes que fizeram a remoção da vesícula biliar consegue voltar a comer como antes. Como resultado, podem ter uma vida tranquila, sem grandes alterações.

Por outro lado, mesmo considerando que sinais de um comportamento anormal do processo digestivo sejam incomuns, é possível que algumas pessoas notem algumas mudanças na digestão.

Por exemplo, os movimentos intestinais podem se tornar mais frequente — na realidade, essa é coisa mais comum entre os pacientes que apresentam algum sintoma pós-cirurgia.

Cuidados gerais

Na maioria das pessoas, os sintomas digestivos que se apresentam após a remoção da vesícula e que tenham relação com o procedimento, tendem a desaparecer com o tempo.

Entretanto, naqueles em que os incômodos persistirem é possível fazer uso de medicamentos ou algumas mudanças no estilo de vida para que os sintomas possam ser gerenciados de forma mais efetiva.

Alguns exemplos de mudanças de hábitos e estilo de vida que podem ajudar, nesse sentido, são:

  • Evitar comer muito no jantar, após passar a maior parte do dia em jejum;
  • Procurar comer refeições menores e mais frequentes;
  • Evitar o consumo de alimentos cheios de gordura;
  • Procurar ter uma dieta equilibrada, sempre prestando atenção ao baixo teor de gordura.

Seguindo as orientações médicas e tendo cuidado com a alimentação, é possível que, com o tempo, aquelas pessoas que fazem uso de algum tipo de medicamento para controlar os sintomas, não mais precisem deles.

Por fim, se a pessoa apresenta episódios constantes de diarreia, dores do lado direito após comer, náuseas e vômitos, pele e olhos com tom amarelado e febre, é essencial procurar por um médico. Esses sinais podem indicar que ela tenha pedra na vesícula, algo que costuma incomodar quando não tratado corretamente.

Esperamos que esse artigo tenha ajudado a sanar algumas das principais dúvidas sobre como é a vida sem a vesícula biliar. No mais, nunca tome algum tipo de medicamento para gerenciar os sintomas ou troque os que foram recomendados pelo médico. Fazer isso pode trazer sérias complicações!

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Câncer de estômago: causas, sintomas e tratamentos

Câncer de estômago: causas, sintomas e tratamentos

O câncer no estômago é determinado pelo crescimento de células cancerígenas no interior do revestimento estomacal. Também conhecido como câncer gástrico, é considerado como difícil de ser diagnosticado, uma vez que a maioria das pessoas não costuma apresentar os sintomas da doença em seus estágios iniciais.

Em comparação com outros tipos de câncer, aquele que ocorre no estômago é considerado raro. Por outro lado, é tido com mais perigosos, especialmente devido à dificuldade do diagnóstico inicial. E essa característica pode levar a outras complicações, pois permite que ele tenha tempo para se espalhar para outras partes do corpo.

Saiba quais são as causas e os principais tipos de tratamentos para essa doença a seguir!

Causas

Normalmente, o câncer de estômago surge quando as células saudáveis do sistema digestivo tornam-se cancerosas e proliferam sem controle, dando início a formação de um tumor. Esse é um processo que tende a ocorrer muito lentamente, sendo que, em alguns casos pode ocorrer durante anos.

Fatores genéticos, infecções estomacais provocadas pela bactéria Helicobacter Pylori, ingestão exagerada de vinagre e alimentos em conserva, assim como úlceras e gastrites crônicas são algumas condições que têm relação com a doença.

Sintomas do câncer de estômago

Em sua fase inicial, o câncer de estômago pode causar sintomas como:

  • Perda de apetite;
  • Náuseas;
  • Inchaço após as refeições;
  • Indigestão.

Importante: Sinais de azia e indigestão após uma refeição não significa que a pessoa tenha um câncer estomacal. Mas é importante procurar um médico para avaliar os sintomas e tratar a condição.

À medida que ocorre o crescimento do tumor estomacal, os sinais se tornam mais complicados e mais variados:

  • Perda de peso sem motivo aparente;
  • Inchaço no estômago;
  • Pele e olhos amarelados;
  • Vômitos;
  • Sangue nas fezes;
  • Dores no estômago;
  • Dificuldade para engolir;
  • Diarreia;
  • Fraqueza ou cansaço.

Tratamentos recomendados

Tradicionalmente, o tratamento para o câncer de estômago pode fazer uso de um ou mais dos recursos seguintes:

  • Cirurgia;
  • Radioterapia;
  • Quimioterapia
  • Imunoterapia, como medicamentos e vacinas.

O plano de tratamento vária de caso para caso, pois é preciso avaliar a origem do câncer, o estágio de seu desenvolvimento, a idade e as condições de saúde do paciente.

Além de promover o tratamento das células cancerígenas, os tratamentos apontados acima também têm como objetivo evitar que as células afetadas se espalhem por outras regiões. Nesse caso, quando não é tratado corretamente o câncer de estômago também pode afetar:

  • Fígado;
  • Ossos;
  • Lifonodos;
  • Pulmões.

Prevenção

O câncer de estômago, especificamente, não pode ser prevenido sozinho. Entretanto, a pessoa pode adotar algumas medidas e ações que podem ajudar a evitar todos os tipos de cânceres:

  • Manter uma dieta saudável e com baixo teor de gordura;
  • Manter o peso ideal;
  • Evitar o fumo;
  • Praticar exercícios físicos regularmente.

O câncer de estômago é um problema de saúde que exige cuidados especiais e um acompanhamento médico especializado. Manter a rotina de consultas e procurar ajuda especializada sempre que perceber algo diferente é muito importante para que o tratamento possa ser iniciado o quanto antes e, dessa forma, ser mais efetivo.

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Cisto pilonidal: causas, sintomas e tratamentos

Cisto pilonidal: causas, sintomas e tratamentos

Há um tipo de cisto que pode surgir na parte inferior cóccix. A princípio, ele é denominado de cisto pilonidal, sendo que pode apresentar infecções e ser cheio de pus. Todavia, a partir do momento em que ele se infecciona, o termo técnico usado é abscesso pilonidal.

A aparência desse cisto é semelhante a uma grande espinha. Sendo que sua ocorrência é mais comum entre os homens do que entre as mulheres. Ainda assim, é importante saber que ele surge em pessoas mais novas. Ou seja, pode acontecer em qualquer período da vida.

Pessoas que tendem a passar muito tempo sentadas, como trabalhadores de escritórios e caminhoneiros, têm maior probabilidade de desenvolver o cisto pilonidal.

Causas do cisto pilonidal

A medicina ainda não conseguiu definir, claramente, como surgem os cistos pilonidais. Contudo, em tempos passados, já se pensou que poderiam ser congênitos e relacionados com células embriológicas situadas no lugar errado no processo de desenvolvimento do feto.

Também, já foram investigadas as possíveis causas tendo com base traumas. Atualmente, a ideia mais aceita é de que detritos e pelos (bactérias e células mortas) que ficam presos na pele da fissura superior da nádega podem formar uma protuberância ou bolsa, que cresce dando origem ao abscesso.

Os bebês também podem apresentar essa condição quando nascem com um recuo logo acima sulco das nádegas, na covinha sacral. Caso a covinha tenha alguma infecção, pode dar origem a um cisto pilonidal.

Sintomas

A manifestação desse tipo de cisto pode acontecer de diferentes formas. Consequentemente, há os casos em que não apresentam infecção e, por isso, na maior parte do tempo são assintomáticos.

Por outro lado, podem se inflamar, formando uma espécie de bolsa ou nódulo quente, avermelhado e dolorido que surge por baixo da pele, além de um edema e saída de secreção purulenta por meio de um pequeno orifício. Esses sintomas são características típicas de um processo infeccioso e inflamatório.

De acordo a infecção vai evoluindo, é comum que novos orifícios surjam originando fístulas e canais que ajudam na drenagem do pus.

Mesmo não sendo comuns, outros sintomas possíveis da doença pilonidal são cansaço excessivo, náuseas e febre.

Tratamento do cisto pilonidal

Após uma avaliação atenta, o médico pode decidir qual o melhor procedimento para lidar com o cisto pilonidal.

Nesse sentido, o recurso mais usado é a incisão e drenagem, por meio do qual, o especialista faz um corte no cisto para drená-lo. Como resultado do procedimento de remoção dos folículos capilares a ferida é deixada aberta e protegida com gaze.

O procedimento necessita apenas de anestesia local. O que significa que apenas a região do cisto será entorpecida. Também há situações em que o médico faz a incisão, drena o cisto e fecha a ferida. Ou seja, tudo depende do caso do paciente.

Além disso, existem outros métodos cirúrgicos que envolvem excisão completa do cisto, retirada do tecido doente e biopsias de perfuração. Seja qual forma a situação, é sempre o médico quem decide a melhor técnica.

Resumindo, neste artigo, apresentamos alguns dos principais pontos sobre o cisto pilonidal. Portanto, se você apresenta alguns dos sintomas citados acima ou algum incômodo na região do cóccix, procure o médico para uma avaliação mais atenta de sua condição.

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Hérnia de hiato: 7 comorbidades associadas ao problema

Hérnia de hiato: 7 comorbidades associadas ao problema

Resumidamente, a hérnia de hiato é caracterizada pelo crescimento de uma área do estômago pelo diafragma. Ou seja, quando uma parte do estômago é projetada para o tórax, através da abertura do diafragma.

No geral, o enfraquecimento da musculatura está associado a esse tipo de manifestação. Isso é, mesmo que não haja uma comprovação científica para a sua origem, é válido informar que a musculatura enfraquecida, associada à pressão sobre o estômago favorecem o quadro.

Os principais fatores responsáveis pelo desenvolvimento da hérnia de hiato incluem:

  • idade avançada;
  • obesidade;
  • genética;
  • traumas abdominais;
  • práticas esportivas que forçam a musculatura abdominal;
  • ingestão excessiva de líquido durante as refeições, entre outros fatores.

Então, a fim de deixar você bem informado, neste artigo, listo algumas comorbidades relacionadas à essa condição. Que ficar por dentro? Continue a leitura!

Hérnia de hiato: quais são as complicações para a saúde?

1# Distúrbios digestivos

Esofagite e gastrite, por exemplo, estão entre as comorbidades associadas à hérnia de hiato. Por isso, é muito comum que pacientes com esse quadro sejam acometidos por inflamações no esôfago, azia ou mesmo sensação de queimação no estômago.

2# Refluxo gastroesofágico

Outra comorbidade ligada a esse tipo de hérnia é o refluxo gastroesofágico que, em outras palavras, significa o retorno repetitivo e involuntário de alimentos do estômago para o esôfago.

3# Distensão abdominal

A prisão de ventre, assim como o refluxo gastroesofágico, estão geralmente ligadas a essa patologia, que, por sinal, é uma das enfermidades que surgem simultaneamente com esse tipo de hérnia.

Mas, é válido salientar que esse problema, normalmente é causado pela constipação, gravidez, gases e consumo excessivo de alimentos.

4# Halitose

A falta de higiene bucal, assim como o consumo de certos alimentos, como o alho, podem provocar mau hálito. Porém, nesse caso especificamente, estamos falando de um entrave pontual, porque a halitose é um mau hálito crônico causado em decorrência de problemas estomacais, desencadeados pela hérnia de hiato.

Afinal de contas, nessa condição o paciente passa por uma série de transtornos, dos quais estão inclusos o refluxo de ácidos estomacais e alimentos.

5# Dor precordial

A dor precordial é uma queixa corriqueira nos serviços de emergência. Ou seja, nessa condição, é comum o paciente reclamar de dores no peito, uma vez que, a depender do tamanho dessa hérnia, a dificuldade para engolir e as dores no peito são intensificadas. Por isso, muita gente tende a confundir os sintomas como um quadro de infarto.

6# Eructação

A hérnia hiatal pode ou não apresentar sintomas, porém, quando alguns desses sinais aparecem, eles são comumente confundidos com outros distúrbios. Por exemplo, a liberação de gases, que é uma característica desse problema, pode muitas vezes passar despercebido. No entanto, essa manifestação pode apontar para uma situação que exige atenção.

7# Erosão dentária

A erosão dentária é uma ameaça à saúde bucal e, sim, ela também está associada à hérnia hiatal. Isso acontece porque a frequência dos refluxos gastrointestinais culmina em dentes amarelados, desgaste das camadas e perda progressiva de tecido. Ou seja, eles ficam mais sensíveis, gerando a corrosão dos mesmos.

A comorbidade é caracterizada quando uma ou várias enfermidades similares estão associadas à doença primária. No caso da hérnia de hiato, que ocorre quando uma parte do estômago dilata, algumas manifestações são inevitáveis, por justamente estarem relacionadas a esse problema.

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Quais são os tipos de hérnia?

Quais são os tipos de hérnia?

Dentre as cirurgias realizadas no Brasil, a de hérnia está entre as mais procuradas, uma vez que 25% da população adulta enfrenta o problema no país. Ou seja, são 5,4 milhões de brasileiros apresentam diversos tipos de hérnia, conforme os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para que você tenha uma ideia da dimensão do problema, quase 300 mil brasileiros passaram por esse tipo de cirurgia em 2019, segundo informações do DataSus.

Inclusive, no ano passado, mais de 30 mil intervenções cirúrgicas para hérnia foram realizadas apenas na Bahia, sendo Salvador o local com maior número de pessoas operadas. Ou seja, muita gente vivencia esse tipo de problema todos os dias no país.

Mas, vale ressaltar que 40% da população adulta no planeta sofre com o mesmo problema, sobretudo os homens com idade superior a 35 anos. Então, a fim de orientar você, escrevo este artigo para explicar os principais tipos de formações de hérnias. Além disso, revelo quando a cirurgia é necessária. Quer saber? Continue a leitura!

Afinal, o que é uma hérnia?

Resumidamente, a hérnia é caracterizada por um escape total ou parcial de órgãos pela parede que reveste o abdome. Ou seja, quando acontece o enfraquecimento das camadas que protegem os órgãos internos, ou a má formação delas, as estruturas escapam pelo orifício.

Isso também pode acontecer após a realização de uma cirurgia abdominal.

Principais tipos de hérnias

De modo geral, há diversos tipos de hérnias, entre as quais destaco as abdominais e não abdominais.

O primeiro grupo inclui as hérnias:

  • inguinal;
  • epigástrica;
  • umbilical;
  • hiato;
  • incisional;
  • diafragmática.

Dentre as hérnias não abdominais, temos a cerebral e de disco. Conheça um pouco de cada uma delas, a seguir.

Hérnia inguinal

Protusão proveniente de uma parte do intestino, ou de outro órgão abdominado, por meio de um orifício na parede abdominal da virilha.

Hérnia epigástrica

Abertura que ocorre acima do umbigo, geralmente ocasionada pelo enfraquecimento do músculo da parede do abdômen. Por meio dessa abertura, podem passar parte do intestino ou tecido gorduroso, formando, de certa maneira, uma saliência visível.

Hérnia umbilical

Este tipo de protuberância é considerada anormal, podendo ser sentida e vista na área do umbigo. Ela se desenvolve quando parte do revestimento abdominal fica acumulado por meio do músculo na parede do abdômen.

Hérnia de hiato

Trata-se do extravasamento do estômago por meio de uma abertura, na qual o esôfago passa pelo diafragma para adentrar à cavidade abdominal. A dor provocada por ela muitas vezes é confundida com sintomas de infarto e angina.

Hérnia incisional

Este formato é muito comum no local da cicatriz de uma operação no abdômen. Neste caso, os pacientes com quadros de diabetes, obesidade, doenças pulmonares ou que tenham patologias que aumentam a pressão dentro dessa região são os mais vulneráveis.

Hérnia diafragmática

É caracterizada por um buraco ou defeito no diafragma, ou seja, exatamente o músculo que separa o abdômen do tórax. Neste caso, os órgãos abdominais podem passar à cavidade torácica.

Hérnia cerebral

Aqui o cérebro é pressionado contra as estruturas do crânio. Ou seja, o avanço do líquido cefalorraquidiano, bem como do tecido encefálico, ou dos vasos sanguíneos para as cavidades cranianas chamadas de não originais.

Hérnia de disco

É o tipo mais comum. Trata-se da projeção da região central do disco intervertebral (núcleo pulposo) para o lado externo do anel fibroso do disco.

Toda hérnia necessita de cirurgia?

Apesar dos tipos apresentados, ressalto que nem todos eles precisam ser tratados cirurgicamente. A depender da gravidade, há outros tratamentos para além da operação.

Hoje, por exemplo, há métodos que trabalham o bloqueio da dor. Então, é muito importante que o paciente converse com seu médico, a fim de que ele prescreva o melhor procedimento, porque os tipos de hérnia variam de pessoa para pessoa.

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4 sintomas do câncer de pâncreas que você deve conhecer

4 sintomas do câncer de pâncreas que você deve conhecer

Estatisticamente, no Brasil, o câncer de pâncreas representa 2% dos casos de cânceres diagnosticados e cerca de 4% das mortes provocadas por neoplasias. Ou seja, conforme os dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), mais de 9 mil pessoas morreram com este tipo de tumor nos últimos anos.

Vale lembrar que a neoplasia está entre os cânceres que mais matam por aqui. Inclusive, ele é considerado um dos mais letais, segundo informações disponibilizadas pela American Cancer Society.

Para que você tenha uma ideia, a taxa de sobrevivência de um paciente, em um período de cinco anos, é de 37%. Os dados são do banco National Cancer Institute (NCI).

Ou seja, para que o doente consiga ter sucesso no tratamento, o diagnóstico precoce é imprescindível. Então, pensando nisso, neste artigo destaco alguns dos principais sintomas da doença, assim, você fica por dentro do assunto. Vamos lá?

Sintomas do câncer de pâncreas

1# Coágulos no sangue

A depender do paciente, os coágulos sanguíneos costumam estar entre os primeiros sinais de manifestação da doença. Normalmente, o coágulo surge em uma perna e isso é caracterizado como trombose venosa profunda.

Por isso, é comum que, nessa circunstância, o doente apresente vermelhidão, inchaço, dor e sensação de calor na perna que foi afetada. Nesse sentido, é importante acrescentar que, em alguns casos, esse coágulo tende a ir para o pulmão.

Com isso, o paciente passa a ter dificuldade de respirar, o que pode levar a uma embolia pulmonar. Apesar disso, é imprescindível alertar que a presença do coágulo pode não ter nada a ver com o câncer de pâncreas. Sendo assim, é fundamental observar os demais sinais da doença.

2# Diabetes

Este tipo de câncer não causa diabetes, apesar de provocar alterações no nível de açúcar do organismo.

Porém, a glicose está relacionada a esse tipo de tumor, uma vez que o aumento do nível de açúcar no sangue geralmente é provocado pela deficiência de insulina. Ou seja, a principal atividade do pâncreas.

3# Dores nas costas e no abdômen

Na medida em que o tumor cresce, os órgãos vizinhos vão sendo comprimidos e isso acaba provocando dor. Além disso, essa neoplasia pode afetar os nervos no entorno do pâncreas, provocando muitas dores nas costas.

No entanto, outra vez, as dores abdominais ou nas costas podem ser geradas por outros motivos, sendo assim, é fundamental observar outros sinais.

4# Aumento da vesícula biliar

O câncer de pâncreas bloqueia o canal biliar. Isso acaba provocando o acúmulo da bile e, logo, o tamanho do ducto biliar aumenta.

Então, para que o diagnóstico seja eficaz, é muito importante que o paciente busque o auxílio de um especialista, porque somente os exames de imagem, bem como os exames clínicos, poderão apontar o problema.

Os sinais do câncer de pâncreas se manifestam de diferentes maneiras. E, além dos sintomas citados nos tópicos, acrescento outros, como:

  • náuseas e vômitos;
  • urina escura;
  • coceira na pele;
  • perda de peso;
  • falta de apetite;
  • fezes oleosas ou claras.

Quer saber mais sobre o câncer de pâncreas? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
Hepatite pode causar câncer de fígado?

Hepatite pode causar câncer de fígado?

No mundo, mais de 300 milhões de pessoas são afetadas pelas hepatites virais, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Aqui, no Brasil, os registros de hepatite sofreram uma queda de 7%, conforme dados divulgados no último boletim do Ministério da Saúde. Mesmo assim, a quantidade de pessoas atingidas ainda é significativa. A doença, inclusive, pode causar câncer de fígado.

Contágio por hepatite

Para que você tenha uma ideia, em 2008 tínhamos 45.410 casos de hepatites virais no país. Porém, 10 anos depois, o número de casos registrados caiu para 42.383 casos. Ou seja, embora a redução no número de casos seja positiva, é importante destacar que há muito para ser feito nesse sentido.

Pois, inclusive, muitas pessoas nem sabem que estão infectadas. Por exemplo, mais de 500 mil brasileiros estão infectados pela hepatite C e não sabem, de acordo com as informações do Ministério da Saúde.

Aliás, das hepatites, esse é o tipo com maior ocorrência de manifestação de câncer de fígado. Neste artigo, destaco alguns pontos cruciais sofre essa relação entre as doenças e o desenvolvimento de um tumor no fígado.

Confira, a seguir.

Hepatite B

A hepatite B é uma patologia causada por vírus. No Brasil, ela atingiu 32,8% da população em 2018, e gerou a morte de 21,3% de brasileiros, entre os anos 2000 e 2017, segundo dados do Ministério da Saúde.

A doença, que provoca inflamação no fígado, não costuma dar sinais. No entanto, quando os sintomas aparecem, geralmente, eles são:

  • urina escura;
  • dor abdominal;
  • fezes claras,;
  • tontura;
  • olhos e pele amarelados;
  • náusea;
  • cansaço;
  • febre.

Hepatite C

A hepatite C também é causada por um vírus. Vale ressaltar que, das 70 mil mortes ocorridas nos últimos 20 anos em decorrência de hepatites virais, 76% delas estavam relacionadas a esse tipo de enfermidade.

Ou seja, mesmo que o número de casos dessa doença tenha caído 7%, é importante dizer que a quantidade de casos registrados ainda é menor do que o volume real de pessoas doentes. Isso é preocupante porque a doença do tipo C é a que aumenta a probabilidade de diversos cânceres, sobretudo em pacientes idosos.

Os sintomas são semelhantes aos da hepatite B, com a diferença de que nesta, os infectados podem apresentar coceira, além de sangramento no estômago ou no esôfago.

Câncer de fígado

O câncer de fígado é uma patologia que tem como principais fatores de risco a cirrose e as infecções crônicas provocadas pelo vírus das hepatites B e C. A doença, que se mostra agressiva em 80% dos casos (quando iniciada no fígado), é dividida em dois tipos: primário e secundário.

No primeiro caso, ela se inicia no próprio órgão, ou seja, no fígado. Enquanto que, no outro, a sua origem não é no fígado, uma vez que no tipo secundário ela começa em outro órgão. Por isso, esse segundo também é chamado de metastático.

Apesar de essa ser uma doença grave, infelizmente, 60% dos casos da doença são descobertos tardiamente. Por isso, é imprescindível tratar as hepatites virais, a fim de evitar o tumor, já que elas representam risco nesse sentido.

Dos sintomas do câncer de figado podemos destacar:

  • dor abdominal;
  • distensão abdominal;
  • perda de peso inexplicada;
  • tom amarelado na pele e nos olhos;
  • massa abdominal;
  • perda de apetite;
  • acúmulo de líquido no abdômen;
  • mal-estar.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

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