Todos

6 cuidados no pós-operatório da hérnia incisional

6 cuidados no pós-operatório da hérnia incisional

A hérnia incisional é resultado da má cicatrização interna do tecido da parede abdominal, após uma cirurgia. Mesmo que a sutura tenha sido feita de forma adequada, o tecido da região fica debilitado. Isso é extremamente favorável ao desenvolvimento de uma hérnia.

Se o lugar em torno da cicatriz ficar mais frágil e enfraquecer, pode abrir um pequeno orifício na parede do abdômen. Assim, uma quantidade de tecido adiposo ou parte de algum órgão pode escorregar pelo orifício, fazendo pressão na cicatriz.

Essa é a condição conhecida como hérnia incisional. Ela pode surgir a partir de todo tipo de incisão consumada no local, inclusive durante procedimentos minimamente invasivos, como as cirurgias videolaparoscópicas. Contudo, é mais comum surgirem após operações contaminadas, como a apendicite supurada, cirurgias com infecção pós-operatória, ou em pacientes com deficiência nutricional.

Normalmente, aparecem cerca de 3 meses após o procedimento e provocam dor na região da cicatriz. Mediante a formação da hérnia, o tratamento é sempre cirúrgico e avaliado pelo especialista. Quando são pequenas, podem ser tratadas por videolaparoscopia, com a inserção da tela de proteção para auxiliar no fortalecimento da parede abdominal. Já as hérnias maiores precisam de uma abordagem mais agressiva, com reabertura da cicatriz.

Os cuidados no pós-operatório garantem a segurança do procedimento e a recuperação completa do paciente. Confira a seguir o que deve ser feito.

Cuidados após a cirurgia de hérnia incisional

1. Obedeça o repouso

Mesmo quando a hérnia incisional é tratada com pequenas incisões, há um período de repouso recomendado pelo médico. Ele é importante para que o organismo se recupere das agressões feitas pela operação. Isso diminui o risco de complicações e assegura que a cicatrização seja realizada sem problemas.

2. Evite esforços excessivos

Atividades físicas e trabalhos que envolvam esforço físico demasiado são suspensos por cerca de um mês após a cirurgia. Isso é avaliado caso a caso pelo médico. Não seguir as orientações do cirurgião pode atrapalhar o processo cicatricial. É bom lembrar, que o esforço físico pode romper os pontos e dificultar a recuperação do organismo.

3. Não fume

O cigarro tem diversos compostos químicos extremamente danosos ao processo de cicatrização. Além disso, fumar pode provocar tosse. A pressão exercida pelo ato de tossir é um esforço capaz de forçar os pontos e atrapalhar a cicatrização adequada da nova cirurgia.

4. Alimente-se bem

A boa alimentação é uma excelente aliada para ajudar o organismo a se recuperar sem complicações. Com a dieta apropriada é possível revigorar o sistema imunológico, absorver mais nutrientes e estimular o processo de cicatrização. É fundamental ingerir refeições pobres em gorduras e açúcares, preferindo as proteínas de carnes magras e fibras.

5. Cuide da higiene local

Geralmente o cirurgião vai indicar a melhor forma de cuidar dos curativos e pontos. É importante mantê-los secos e trocá-los apenas quando houver orientação médica. Caso note vermelhidão, mal cheiro e secreção, entre em contato com seu médico.

6. Converse com seu médico

O cirurgião é o responsável por tirar suas dúvidas, antes e após o procedimento cirúrgico. Nunca tome medicação por conta própria e discuta com ele qualquer passo que você julgue necessário no pós-operatório.

É normal sentir algum desconforto após a cirurgia de hérnia incisional. Todavia, se houver febre, dor intensa e secreção no local da cicatriz, é sinal de que algo pode não ter corrido bem. Procure o seu médico imediatamente.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
Cirurgia de hérnia abdominal: como funciona?

Cirurgia de hérnia abdominal: como funciona?

A cirurgia de hérnia abdominal, também conhecida como herniorrafia é realizada para tratamento das diversas hérnias que surgem na extensão da parede abdominal, incluindo a virilha e o canal femoral.

Essa condição afeta cerca de 25% da população no Brasil. É caracterizada pela protrusão de parte de um órgão ou tecido adiposo através de um orifício aberto na parede abdominal. Ela pode aparecer na virilha, em torno da cicatriz umbilical, ao longo da linha média do abdômen e, ainda, na coxa, ou próxima aos testículos e em cicatrizes resultantes de cirurgias na região.

A hérnia pode ser assintomática e diagnosticada apenas quando a pessoa busca ajuda médica por motivo de outras doenças na região gastrointestinal. É muito comum ser percebida por uma saliência na superfície da pele no local onde ela surge. Quando provoca sintomas, a pessoa sente dor, principalmente ao fazer esforço físico.

O tratamento é essencialmente cirúrgico. Existem duas formas de abordagem, que o especialista vai indicar conforme a situação do paciente e da hérnia em questão. Conheça os procedimentos.

Tipos de cirurgia de hérnia abdominal

As técnicas de herniorrafia tem particularidades conforme o local em que a hernia surgiu. Mas, no geral, podem ser feitas de forma aberta ou por videolaparoscopia. Entenda como cada  procedimento funciona.

Cirurgia aberta de hérnia abdominal

Esse é o método considerado como convencional. Basicamente, o especialista vai fechar a abertura que deu origem ao deslocamento do órgão. Para isso, é feita uma incisão de mais ou menos 10 cm na região do problema. Após devolver o conteúdo da hérnia à cavidade abdominal, o cirurgião vai colocar uma tela de proteção para evitar reincidência. Essa tela é elaborada com material sintético, resistente à infecção e durável. Assim, não será preciso fazer a troca futuramente.

O procedimento é realizado em centro cirúrgico, mediante anestesia local e jejum de 8 a 12 horas, conforme orientações do médico.

Entre  12 e 24 horas de internação, o paciente já é liberado e pode voltar para casa. O pós-operatório dura em média 10 dias. Nesse período é recomendado fazer pouco esforço físico, higienizar os pontos diariamente e fazer refeições mais leves, priorizando fontes de proteína magra e fibras.

As atividades físicas e trabalhos que envolvam o esforço físico excessivo devem ser suspensos por um mês ou por quanto tempo o cirurgião achar necessário.

Cirurgia por videolaparoscopia

A herniorrafia videolaparoscópica tem a mesma função da cirurgia aberta. A segurança e eficácia do procedimento também não deixam a desejar. Aliás, os riscos de complicação desse método costumam ser menores em relação à cirurgia convencional, uma vez que é considerada minimamente invasiva.

A técnica consiste em realizar todo o procedimento por meio de microincisões de até um centímetro. Após o paciente receber anestesia geral, a cavidade abdominal é inflada com gás carbônico para melhorar a visibilidade da região.

Os instrumentos especiais são inseridos no abdômen por meio dos pequenos cortes. Um deles, tem uma câmera que vai direcionar as imagens para o monitor dentro da sala cirúrgica. A partir daí, o cirurgião manipula os instrumentos de forma a empurrar o conteúdo da hérnia de volta à cavidade abdominal e fechar  espaço que deu origem à hérnia. A tela de proteção também é inserida.

O paciente recebe alta no mesmo dia, caso ocorra tudo como planejado. O pós-operatório nas cirurgias de hérnia abdominal por videolaparoscopia dura apenas uma semana, já que não há necessidade de se recuperar de uma grande incisão.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
Como é o diagnóstico da hérnia epigástrica

Como é o diagnóstico da hérnia epigástrica

Você já ouviu falar em hérnia epigástrica? Normalmente ela acomete homens entre os 20 e 50 anos de idade. Nem sempre tem sintomas e às vezes o diagnóstico demora para ser realizado, devido à baixa procura por ajuda médica.

As hérnias surgem a partir do deslizamento da parte de algum órgão através de um orifício que se formou nas camadas do tecido protetor desses órgãos, como a parede abdominal. Isso pode ser decorrente de um problema no nascimento ou mesmo adquirido ao longo da vida.

As hérnias podem se formar em várias partes do corpo, como nos discos da coluna vertebral, pulmões e meninges. As mais comuns aparecem na parede abdominal, sendo classificadas de acordo com o local em que ocorrem.

As umbilicais estão na região do umbigo; as inguinais na virilha, a femoral surge no canal femoral e as epigástricas se formam na linha média do abdômen. É sobre essa que vamos falar nesse artigo. Entenda o que é e como o seu diagnóstico é concluído. Acompanhe.

O que são hérnias epigástricas?

Esse tipo de hérnia abdominal surge na linha que vai do umbigo até o tórax.  Representam 10% de todos os casos de hérnias e afetam majoritariamente indivíduos do sexo masculino. É considerada de origem congênita. Todavia, é plausível que esforço físico exagerado e trabalhos com excesso de carga estejam associados ao seu surgimento.

A causa exata do problema não é bem definida. Porém, acredita-se que sua formação se deve a problemas associados à tensão na região epigástrica, durante a fixação do diafragma, no momento da formação da linha do abdômen. Isso contribui para que os músculos da parede local sejam mais frágeis, permitindo o surgimento da hérnia.

Na hérnia epigástrica, o que geralmente transpassa o orifício da parede abdominal é uma quantidade de tecido adiposo. A condição pode ser considerada grave se parte do intestino também conseguir escapar pela abertura. Isso porque em algumas situações, o órgão pode ficar preso no orifício, bloqueando o seu fluxo sanguíneo. O resultado disso é chamado de encarceramento de hérnia e exige tratamento imediato.

Como é feito o diagnóstico da condição

Quando a hérnia é pequena, usualmente não provoca sintomas. Esse fator é o que faz com que os diagnósticos demorem a ser realizados. Sem dor ou incômodo, dificilmente a pessoa procura ajuda médica. Dessa forma, o diagnóstico acaba sendo feito quando a consulta médica ocorre por outras condições na região abdominal e/ou gastrointestinal.

A parte boa é que a identificação do problema é executada de forma bem simples. Ela costuma ser visível no momento da contração muscular do abdômen. Apenas com uma boa análise médica já é possível reconhecê-la. Para fortalecer a diagnose, alguns exames de imagem podem ser solicitados. Eles vão servir também para verificar o estado do problema e estabelecer a urgência do tratamento.

 Métodos de tratamento de hérnia epigástrica

A hérnia epigástrica não se cura espontaneamente. O mito relacionado a esse assunto é referente à falta de sintoma. Uma vez que a hérnia não incomoda, as pessoas tendem a achar que está curada.

Contudo, a única forma de tratamento é por via cirúrgica, que pode ser tanto a partir da técnica convencional ou por videolaparoscopia.

A convencional é a cirurgia aberta, em que o médico faz um corte no abdômen, repara a hérnia e empurra o seu conteúdo de volta à cavidade abdominal. Coloca-se uma tela de proteção para que a hérnia não retorne futuramente e sutura a abertura.

Já por via laparoscópica, são realizadas micro aberturas na região da hérnia e com equipamentos especiais, o especialista corrige o problema, também colocando a tela de proteção.

A cirurgia de hérnia epigástrica, normalmente, não precisa de urgência. O médico apenas faz o acompanhamento e o paciente pode marcar a cirurgia de acordo com sua agenda. Apenas os casos de encarceramento exigem cirurgia emergencial.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
Hérnias da parede abdominal: o que são e como tratar

Hérnias da parede abdominal: o que são e como tratar

As hérnias da parede abdominal representam a causa mais comum de cirurgias realizadas por cirurgiões gerais, principalmente, em pacientes do sexo masculino. Dados da Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) confirmam que esse problema acomete cerca de 25% da população adulta do país.

Alguns tipos de hérnia são congênitas e já se manifestam desde o nascimento. Outras, se formam em decorrência de uma cirurgia ou devido à pressão exercida por aumento de peso corporal.

Geralmente, os sintomas são percebidos por uma saliência que aparece na superfície da pele quando a pessoa faz força, como durante a tosse ou levantamento excessivo de carga. O mais comum deles é a dor, mas nem sempre ela é presente.

Em casos raros, as hérnias da parede abdominal pode sofrer o que chamamos de estrangulamento da hérnia. Isso ocorre quando a hérnia fica “presa” no orifício e tem o fluxo sanguíneo bloqueado. Além da dor, surgem náuseas e vômitos. Na presença desses sintomas, é necessário buscar um especialista com urgência.

Mas, o que são hérnias da parede abdominal?

As hérnias se formam quando uma área do músculo da parede abdominal se enfraquece e abre um orifício, por onde uma parte de algum órgão escapa. Existem diversos tipos de hérnia da parede abdominal e são classificadas de acordo com a região em que aparece.Veja a seguir.

Hérnia inguinal

A maior parte das hérnias da parede abdominal aparece na região da virilha. Há incômodo físico e dor mais forte se a pessoa fizer exercícios físicos, levantamento de peso, tossir forte ou no momento da evacuação. Esse é o tipo de hérnia mais comum nos homens, uma vez que o corpo do sexo masculino apresenta uma pequena abertura natural por onde ocorre a irrigação do testículo.

Hérnia umbilical

Surge, geralmente em bebês, na região do umbigo. Ocorre devido à má cicatrização do anel umbilical, que deixa um orifício por onde pode escapar uma parte do intestino. Em adultos, esse evento é mais raro. Mulheres grávidas, que tiveram a hérnia umbilical quando crianças podem voltar a ter.

Hérnia epigástrica

Ela acomete geralmente homens entre 20 e 50 anos. Surge na linha do abdômen que vai do umbigo até o tórax. A causa está relacionada à má formação dessa linha durante o desenvolvimento da pessoa. Portanto, acredita-se ser um problema congênito. Em algumas pessoas, há dor se a região for pressionada.

Hérnia femoral

Esse tipo de hérnia é mais comum no sexo feminino. Ela se caracteriza pela projeção de uma parte de algum órgão através de um orifício no canal femoral. Essa abertura se dá em uma região mais frágil da área e quando o órgão transpassa, uma saliência na superfície da pele fica bem aparente na coxa da pessoa.

Hérnia incisional

Esse tipo é resultado de anormalidades na cicatriz cirúrgica da região do abdômen. Isso significa que a cicatriz deixada por uma cirurgia na região não se fecha totalmente. Assim, a passagem de algum material interno pode ocorrer por esse orifício.

Como Tratar as hérnias da parede abdominal

Não existe tratamento medicamentoso para as hérnias. Apenas o sintomas podem ser administrados dessa forma.

Em alguns casos, como nas hérnias umbilicais, a cura pode se dá de forma espontânea, sumindo inclusive todos os sintomas depois que o bebê cresce.

Para todos os outros tipos de hérnias da parede abdominal, o tratamento é realizado por meio de cirurgia. A técnica é conhecida como herniorrafia e tem baixo potencial de risco ao paciente. O pós-operatório também é tranquilo e não há necessidade de urgência. Apenas em situações em que a hérnia está estrangulada são feitas cirurgias emergenciais.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
Hérnia de hiato: Sintomas, causas e tratamento

Hérnia de hiato: Sintomas, causas e tratamento

A hérnia de hiato é um problema comum, mas muitas pessoas não sabem do que se trata. Essa condição é caracterizada pela protrusão do estômago na cavidade torácica por meio de uma abertura no diafragma, chamada hiato.

O diafragma é um músculo que divide a cavidade abdominal da torácica. Nele, há uma abertura onde ocorre o ponto de ligação entre o tubo alimentar e o estômago, a qual recebe o nome de hiato. Existem alguns ligamentos que são responsáveis por manter cada estrutura em seu lugar, dentro da cavidade abdominal. Porém, se esses músculos enfraquecerem, o estômago pode atravessar o orifício, provocando a hérnia.

O nome que a doença leva, a faz parecer assustadora e grave. Entretanto, com a informação certa fica mais fácil lidar com o problema e até procurar ajuda. Por isso, vamos abordar neste artigo quais são as causas, sintomas e tratamento da hérnia hiatal. Acompanhe.

Causas da hérnia de hiato

As causas de hérnia hiatal ainda não são conhecidas. O que se sabe é que existem determinados fatores de risco que contribuem para o surgimento do problema. Em geral, aparece com mais frequência em pessoas acima dos 50 anos de idade ou com excesso de peso.

O que ocorre é que a pressão feita sobre o estômago, muitas vezes provocada pelo excesso de peso corporal, está relacionada com o enfraquecimento dos músculos em torno do hiato e isso dá vazão para que a hérnia se forme. Mas isso não é restritivo dessa população. Há registro de pessoas com baixo peso e com menos idade afetadas pela doença.

Sintomas

Algumas pessoas acometidas pela hérnia de hiato nem sabem que a possui, uma vez que elas podem não apresentar qualquer tipo de sintoma. Geralmente, isso ocorre em hérnias menores. Já as maiores, podem causar alguns incômodos. São eles:

  • dificuldade para engolir,
  • azia (pior quando o indivíduo se curva ou deita para frente),
  • arrotos constantes,
  • dor no peito,
  • fadiga.

A hérnia em si, na verdade, provoca o chamado refluxo gastroesofágico. É ele que tem como resultado esses sintomas relacionados acima. Então, é bem constante que a pessoa descubra a hérnia ao buscar ajuda para o refluxo.

Diagnóstico e tratamento

Quando sentir os sintomas e for atrás de ajuda médica, primeiramente faça uma análise da progressão do problema. Analise por quanto tempo está sentindo o incômodo, qual o nível de intensidade e pense se tomou algum medicamento sem controle. Esse tipo de informação vai ajudar o médico a chegar ao diagnóstico mais rápido.

Se o especialista desconfiar da presença da hérnia hiatal, vai indicar exames como o raio x do trato digestivo superior ou a endoscopia.

Confirmado o diagnóstico, o tratamento da hérnia pode envolver a administração dos sintomas, prevenção de complicações ou cirurgia.

Normalmente, o controle dos sintomas é realizado com uso de medicamentos para amenizar o refluxo e diminuir ou neutralizar a produção de ácido pelo estômago.

Já os casos cirúrgicos compreendem as emergências ou pacientes que não obtiveram um bom resultado apenas com o tratamento medicamentoso. O especialista pode considerar realizar a herniorrafia hiatal, cirurgia para o tratamento desse tipo de hérnia, com a cirurgia de correção do refluxo gastroesofágico.

Uma vez não tratada, a hérnia de hiato pode ter consequências como obstrução da hérnia, sangramento interno lento, que pode levar à anemia, entre outras. Sendo assim, quando sentir os sinais, procure um especialista de confiança.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
Dificuldade para engolir pode indicar problema digestivo

Dificuldade para engolir pode indicar problema digestivo

A disfagia não é uma doença propriamente dita. Ela é caracterizada pela dificuldade de engolir alimentos sólidos e líquidos e é considerada um sinal de alguma doença ou uma consequência de determinado procedimento.

Por exemplo, quando se faz uma cirurgia na garganta, a disfagia é uma consequência esperada e se normaliza quando o pós-operatório é concluído. No entanto, quando a dificuldade de deglutição não decorre de algum procedimento envolvendo o trato gastrointestinal, ela é considerada um sintoma de alguma patologia.

A sensação da disfagia se assemelha à  impressão de que o alimento está preso em determinada parte do sistema digestivo, já que ela pode acometer todo o trajeto da orofaringe até o esôfago.

Embora a deglutição seja algo tão comum e pareça natural, o processo exige que o cérebro coordene a ação de diversos músculos situados na garganta e no esôfago. Então, qualquer coisa que atrapalhe esse mecanismo pode resultar em disfagia.

As principais causas do problema se devem a distúrbios do cérebro ou do sistema nervoso, distúrbios dos músculos em geral e distúrbios no sistema digestivo. Desse último, porque é o  sintoma mais comum das doenças do esôfago, ainda mais, se vier acompanhado de regurgitação, soluço e odinofagia, que é a dor causada no momento da deglutição.

Neste artigo separei as doenças gastrointestinais  mais comuns que causam esse sintoma. Acompanhe o artigo e saiba quais são elas.

Problemas digestivos que provocam dificuldades para engolir

Esofagite

Esse distúrbio se caracteriza pela inflamação da membrana que reveste o esôfago. É comum o paciente sentir dor ao comer e dificuldade para engolir os alimentos. Em alguns casos, o alimento pode inclusive ficar preso nessa estrutura. O tratamento é realizado com medicamentos e cirurgia, nas situações mais graves.

Câncer de esôfago

Esse tipo de tumor é raro, contudo é bem agressivo e de difícil tratamento.

Existem fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver a doença, como o tabagismo e refluxo gastroesofágico não controlado. Os sintomas principais desse câncer é a disfagia, azia, tosse e rouquidão.

Acalasia

Essa doença afeta o tubo alimentar atrapalhando o funcionamento do esfíncter esofágico inferior. Isso impede que o esôfago transporte o alimento para o estômago. Os principais sintomas incluem a dificuldade de engolir sólidos e líquidos, que vai progredindo com o tempo. Além disso, há regurgitação do alimento não ingerido.

Disfagia lusória

Essa é uma  condição congênita, caracterizada pela dificuldade de engolir decorrente da pressão exercida por um vaso sanguíneo de formação anormal. Pode passar muitos anos sem manifestar sintomas e nem sempre é necessário tratamento. Entretanto, o reparo cirúrgico em alguns casos é indicado.

Quando procurar um médico

Não são todas as situações que a disfagia é motivo de preocupação, como citado no início do artigo. Dependendo do caso, pode ser apenas uma sequela passageira.

No entanto, quando se trata de um sintoma, é necessário buscar ajuda médica, principalmente se a dificuldade de engolir vier acompanhada de alguns sinais de alerta como: babar, sensação de bloqueio total do esôfago, perda de peso, dor ao engolir, tosse e engasgo.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
5 sintomas de problemas digestivos que merecem sua atenção

5 sintomas de problemas digestivos que merecem sua atenção

O surgimento de problemas digestivos são sinalizados, muitas vezes, de forma alarmante. Porém, devido à correria do dia a dia e a quantidade de alimentos industrializados que consumimos diariamente, esses sinais acabam sendo ignorados por boa parte da população.

O número de pessoas que procuram ajuda médica quando percebem pequenas alterações na digestão ainda é bem pequeno. No entanto, o significado disso pode ser uma patologia, que se não tratada, vai evoluindo até trazer consequências mais graves à pessoa.

Manter a boa saúde do trato gastrointestinal garante que a digestão seja feita de forma adequada. Assim, todos os nutrientes importantes para o organismo são absorvidos; os patogênicos e as toxinas são eliminadas.

Os sintomas associados à doenças do sistema digestivo podem ser inúmeros. Porém, existem alguns mais comuns, que devem ser tratados com atenção. Acompanhe o artigo e saiba quais são eles.

Sinais de que pode haver um problemas digestivo

1- Azia intensa e frequente após as refeições

Aquela queimação que causa desconforto na porção superior do peito, quando ocorre com frequência é sinal de alerta.

A azia pode ser causada por excesso de alimento, alimentos picantes ou bebida alcoólica, sem que esteja relacionada a nenhuma doença adjacente. Esses sintomas, no entanto, são pontuais e só aparecem caso a pessoa insista em consumir esse tipo de alimento. Quando ela é constante e está presente mesmo em casos de refeições mais leves, pode significar refluxo gastroesofágico, intolerância alimentar, gastrite, esofagite, entre outras doenças.

2- Constipação intestinal

Se, por mais de 3 meses, a frequência evacuatória for menor que 3 vezes na semana e vir acompanhada de dificuldade para expelir as fezes, fezes muito duras e ressecadas e dor, esse é um quadro de constipação intestinal.

Esse sintoma pode estar relacionado a mudanças na dieta, sedentarismo ou efeitos colaterais de remédios. No entanto, se não há esses gatilhos e a mudança se faz repentinamente, é sinal de que algum problema digestivo está se instalando.

Quando a nossa digestão está normal, o trânsito intestinal é regular e sem dor.

3- Flatulência

A produção de gases durante a digestão é natural. Normalmente eles são eliminados sem causar muito desconforto. Porém, quando vem acompanhados de sensação de barriga inchada e incômodo, pode ser sinal de alguma intolerância alimentar, síndrome do intestino irritável, entre outras doenças.

4- Inchaço abdominal

É comum que após refeições pesadas haja sensação de estufamento abdominal. Contudo, quando a distenção abdominal é constante e vem acompanhada de mal estar, flatulência, ou dores, é importante buscar ajuda de um especialista.

O inchaço abdominal está associado à diversas doenças do trato digestivo, como hérnia, síndrome do intestino irritável, obstrução intestinal e até alguns tumores.

5 – Perda de peso não intencional

São várias as razões que levam a pessoa a emagrecer sem ter a intenção. Dentre elas estão os problemas digestivos. Esse sintoma é presente em doenças como Doença de Crohn, doença inflamatória do intestino, colite ulcerativa, entre outras. Essas patologias precisam ser diagnosticadas e tratadas por um especialista para que não desenvolvam quadros mais graves. Se notar perda de peso acentuada procure seu médico.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
5 mitos e verdades sobre a cirurgia de vesícula

5 mitos e verdades sobre a cirurgia de vesícula

A cirurgia de vesícula, também conhecida como colecistectomia, é uma intervenção em que se extrai a vesícula biliar. Esse procedimento tem sido realizado com maior frequência nos últimos anos. Isso possivelmente se deve à mudança nos hábitos alimentares da população, com maior consumo de gorduras, carboidratos e bebidas alcoólicas.

A indicação da cirurgia verifica-se quando há pólipos no interior do órgão ou diante de um quadro sintomático de litíase, as famosas pedras na vesícula.

Os pólipos são lesões que se desenvolvem na parede vesicular e crescem em direção ao seu interior. Existe risco de se transformarem futuramente em câncer. Por isso, se houver crescimento anormal ou identificação de neoplasia maligna, o tratamento dessa condição é a cirurgia da vesícula. Sempre há acompanhamento médico e a colecistectomia só é realizada caso seja necessária.

As pedras na vesícula também são fatores de risco para o câncer vesicular. Essa condição ocorre quando substâncias da bile se cristalizam formando cálculos, que podem ser de diversos tamanhos. Esses cálculos podem bloquear a passagem da bile pelo ducto biliar provocando dor abdominal intensa. Em decorrência dessa situação, pode haver inflamações constantes, causando febre e náuseas, além de predispor a parede vesicular à ação da bile por mais tempo.

O tratamento do cálculo biliar também é realizado por via cirúrgica. Esse procedimento, ainda que bastante simples, ainda gera algumas dúvidas nos pacientes. Neste post, separei alguns mitos e verdade sobre o assunto. Acompanhe o texto.

Mitos e verdades da cirurgia de vesícula

1. Após a cirurgia de vesícula, o paciente engorda.

Mito. Existe uma crença relacionada ao aumento de peso após a cirurgia que não tem consistência em nenhum estudo médico a respeito do assunto. O que leva as pessoas a acreditarem nisso, se deve ao fato de que a vesícula tem grande papel na digestão da gordura. Logo, a conclusão que se chega é que sem ela haverá maior absorção de gordura pelo organismo.

Todavia, a função da vesícula é apenas armazenar a bile para liberá-la durante a digestão dos lipídeos. Em sua ausência, a bile que é produzida no fígado, vai sendo liberada conforme produzida. O que acontece, no entanto, é que após a cirurgia, o paciente sente menos desconforto ao ingerir gorduras, assim, acaba exagerando e ganhando peso.

2. A digestão passa por adaptações

Verdade. Embora extrair a vesícula seja extremamente seguro ao paciente, que pode perfeitamente viver sem esse órgão, não se pode afirmar que a digestão não será afetada.

É comum que no início o organismo precise de um tempo para se adaptar à nova condição. O trânsito intestinal também pode sofrer algumas alteraçõe até tudo se restabelecer.

Geralmente, o médico orienta quais os alimentos devem ser priorizados e quais as instruções o paciente deve seguir. Contudo, não é nada muito complicado e o paciente consegue ter vida normal sem a vesícula.

3. Será preciso usar sais digestivos

Mito. O uso de sais digestivos nem sempre será uma recomendação. A melhor opção é deixar o organismo se adaptar sozinho à falta da vesícula. Apenas em alguns casos o uso de sais digestivos pode ser indicado, porém, sempre com orientação e acompanhamento do especialista.

4. Será preciso fazer dieta pelo resto da vida

Mito. A indicação é que o paciente evite a ingestão de grandes quantidades de gordura no período de adaptação do organismo à cirurgia de vesícula. Entretanto, não existe um consenso estabelecido de que a dieta restritiva seja necessária por toda a vida.

O que ocorre é que após a cirurgia,  alguns pacientes relatam certo desconforto durante a digestão. Nesses casos, para amenizar os sintomas, é necessário consumir alimentos pobres em gordura ou conforme a indicação do especialista.

5. A cirurgia de vesícula tem riscos

Verdade. Todo procedimento cirúrgico tem riscos, que envolvem a técnica em si e o uso da anestesia. No entanto, a cirurgia de vesícula avançou bastante e hoje já pode ser realizada por método minimamente invasivo que diminui as consequências pós-operatórias e diminui o risco de sequelas graves ao paciente.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
6 sintomas que podem indicar que você está com pedras na vesícula

6 sintomas que podem indicar que você está com pedras na vesícula

As pedras na vesícula são formadas por cristais de colesterol endurecidos que variam de tamanho e quantidade, alojando-se dentro do órgão ou no canal. Dessa maneira, bloqueiam o ducto biliar.

Quando as pedras interrompem a passagem da bile para o intestino, várias anomalias se desenvolvem. Surge, então, uma série de sinais e sintomas que precisam de atenção.

Como consequência de uma patologia avançada, algumas situações podem ser dolorosas e chegar a incapacitar funcionalmente um indivíduo. Por isso, podem-se fazer necessárias intervenções imediatas.

Confira neste post 6 sintomas que podem indicar a ocorrência de pedras na vesícula.

Sintomas de pedras na vesícula

1. Dor no abdômen

Na incidência de pedras na vesícula, o abdômen emite sinais de dor, especificamente na sua região média ou superior direita. Na maioria dos casos, no entanto, a dor varia de intensidade podendo ser leve, moderada e intensa.

É comum também a frequência dos episódios, principalmente quando há consumo de alimentos com alto teor de gordura.

2. Náusea ou vômito

A incidência de náusea ou vômito está relacionada a um número muito grande de enfermidades. Sendo assim, precisa ser interpretada por um especialista.

No entanto, a náusea e o vômito podem aparecer devido aos cálculos na vesícula biliar. É forte evidência, especialmente se ocorrem logo após o consumo de alimentos gordurosos.

Conforme a patologia torna-se crônica, as náuseas e vômitos são mais frequentes.

3. Febre ou calafrio

A febre é uma resposta do organismo a inflamações no corpo todo. Quando acontece um quadro de inflamação na vesícula biliar, pode surgir febre, assim como calafrios.

4. Alterações nos movimentos intestinais

As alterações no processo digestivo acontecem no intestino quando ele deixa de receber os líquidos que ajudam na digestão, como a bile, por exemplo.

Essas alterações representam sintomas que podem ser sentidos com maior frequência quando se consome mais gordura. São devidas à ineficiência da vesícula ou obstrução nos ductos biliares, que são as vias de transporte da bile.

5. Alterações na urina

Um dos sintomas mais comuns em indivíduos com pedras da vesícula é a alteração da cor da urina, devido à inflamação nos ductos. Isso pode causar, ainda, acúmulo da bile no fígado, agravando potencialmente outros problemas.

6. Icterícia

A icterícia é uma modificação na coloração da pele. Acontece por causa de um aumento considerável de concentração de bilirrubina no sangue, em resposta à inflamação da vesícula.

É bem simples de ser identificada. Ocorre alteração aguda na cor da pele, que fica bem amarelada.

7. Dor nas costas e ombro direito

Em casos mais avançados, sintomas como dor nas costas, especificamente na região da vesícula, bem como dor no ombro direito podem ser sinais indicativos de pedra na vesícula.

Qualquer pessoa com os sintomas citados acima deve procurar atendimento médico e, com o intuito de confirmar o diagnóstico.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos
8 Alimentos para evitar após a retirada da vesícula

8 Alimentos para evitar após a retirada da vesícula

Manter um estilo de vida saudável após a retirada da vesícula é fundamental e isso envolve cuidar da alimentação.

A vesícula tem a função de armazenar a bile, que ajuda no processo digestivo de gorduras provenientes de uma simples refeição da sua rotina.

Quando ocorre a retirada da vesícula, o suco biliar, que é produzido no fígado, vai diretamente para o intestino. Contudo, em pequenas quantidades.

O resultado disso, é o processo ineficiente da digestão, deixando o intestino mais sensível a alimentos gordurosos.

Por isso, é importante planejar uma dieta evitando o consumo dos 8 alimentos informados a seguir, após a retirada da vesícula.

1. Batata frita

A preparação desse prato envolve, além do corte em fatias ou palitos, o cozimento em banha ou óleo comercializado.

Esse prato é um vilão para um organismo sem a vesícula biliar, devido ao alto teor de gordura usado na sua preparação.

Você pode trocar o processo de fritura, assando no forno. Nem sempre fica igual às batatas fritas com óleo, mas com certeza é mais saudável e contribui para a manutenção do peso corporal.

2. Pizza

A pizza é um prato que envolve diversos ingredientes. Na maioria das vezes, o ingrediente base é o vilão de um organismo sem vesícula.

O queijo derretido tem alta concentração de gordura mesmo em pequenas quantidades, por isso deve-se evitar comer pizza, para diminuir as complicações digestivas após a retirada da vesícula.

Mas será que existe pizza saudável? Sim, você pode procurar opções saudáveis na culinária e modificar a quantidade dos ingredientes, deixando-a saborosa.

3. Fast food

Embora muitas opções de fast food sejam personalizadas, alguns alimentos podem conter óleo e gordura na preparação. Em alguns casos, uma gordura de baixa qualidade ou reutilizada.

Por isso, uma alternativa eficaz é optar por grelhados, sem uso de gordura.

4. Bacon

Um ótimo e delicioso acompanhamento em diversas refeições, mas um vilão para o organismo, devido ao excesso de gordura concentrada e também quando consumido em altas quantidades.

5. Linguiça

Linguiça, como qualquer outro embutido, deve ser evitada por vários motivos. Não apenas é um alimento com alto teor de gorduras, como também é carregado de sódio, o que prejudica as artérias.

6. Leite

O leite natural tem uma quantidade de gordura que pode significar bastante para aqueles que precisam evitar alimentos gordurosos.

É usado para várias finalidades na culinária, como na produção de pão, por exemplo. Alguns o usam para tirar o amargo do café preto. Entretanto, algumas pessoas podem ter desconfortos intestinais, mesmo consumindo pouco.

Existem opções de produtos e derivados do leite desnatado, que oferece o mínimo de gordura.

7. Sorvete

O sorvete tem como base a gordura hidrogenada. Esta causa a sobrecarga de lipídeos no intestino. Além do mais, mesmo que a quantidade por porção seja pequena, o teor da gordura é alto. Assim, seu consumo é contraindicado após a cirurgia.

8. Pele de frango e gordura animal

A maior concentração de gordura nos alimentos de origem animal está na parte superficial, ou seja, na pele. A carne em si, tem gordura intramuscular, mas sua quantidade é bem menos significativa do que em pedaços com gordura visível.

Em suma, é muito importante seguir as instruções do médico sobre a dieta após a cirurgia da vesícula biliar.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

Posted by Dr. Rodrigo Gui Queiroz in Todos