carcinoma espinocelular

Carcinoma espinocelular: sintomas, causas e tratamentos

O carcinoma espinocelular ou carcinoma de células escamosas é um tipo de câncer de pele, responsável por 20% dos cânceres nessa categoria.

De modo geral, ele começa na camada mais superficial da pele, atingindo, principalmente, as partes do nosso corpo que ficam expostas ao sol na maior parte do tempo.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), as mulheres são as mais afetadas por esse tumor, sobretudo aquelas com mais 40 anos. Então, a fim de deixar você por dentro do assunto, neste artigo, destacamos os pontos que merecem a nossa atenção. Pois com essas informações podemos adotar medidas de prevenção. Confira!

Quais são as possíveis causas?

Disparadamente, a exposição ao sol, repetida, prolongada e desprotegida, sem sombra de dúvidas, eleva o risco de alguém desenvolver a doença.

Afinal, os raios ultravioletas são nocivos à saúde, além de serem os responsáveis pelo envelhecimento precoce. Depois, destacamos os perigos gerados por câmeras de bronzeamento artificial, já que esses equipamentos produzem efeitos semelhantes aos da exposição solar.

Além disso, o histórico familiar, bem como algumas características físicas, aumenta o risco de desenvolver a patologia. Ou seja, pessoas albinas, com cabelos ruivos, olhos e pele clara fazem parte do grupo de risco.

Ressaltamos ainda que imunidade baixa, idade e sexo também são indicadores relevantes nesse contexto.

Quais são os sintomas?

Normalmente, cerca de 70% das manifestações ocorrem nas partes de cima do corpo como couro cabeludo, mãos, rosto, orelha, pescoço, lábios e rosto.

E apenas 15% se manifestam na região inferior. Portanto os sinais mais comuns são vermelhidão, alteração na pigmentação, enrugamento, perda de elasticidade, descamação, formação de crostas, aparência rígida, difícil cicatrização, aumento no tamanho de manchas e caroços.

Com base nisso, é fundamental que você observe o surgimento de qualquer anormalidade na pele, seja manchas, pintas, caroços, feridas. Então, na medida que os sintomas persistirem não hesite em procurar ajuda médica. Além disso, verifique características como:

  • diâmetro: crescimento progressivo;
  • assimetria: tamanhos iguais e diferentes;
  • cor: mistura de coloração;
  • bordas: irregulares, serrilhadas, não uniformes.

Como tratar o carcinoma espinocelular?

O diagnóstico é feito com base em exames clínicos anátomo patológico, que é a biópsia do tecido a ser investigado. Depois de confirmado, o paciente é submetido a uma cirurgia para a retirada do tumor, já que esse é o procedimento recomendado, inclusive, em outros tipos de cânceres de pele.

No entanto, dependendo das condições do paciente, a operação pode não ser a medida mais interessante. Por exemplo, no caso de pessoas acamadas ou idosos com alguma comorbidade.

Além disso, a intervenção cirúrgica, em alguns casos, não é suficiente. Por isso o especialista também pode recomendar outros tratamentos focados na erradicação da neoplasia.

Ou seja, ele pode sugerir medidas como a excisão cirúrgica, que permite uma avaliação detalhada do tumor. E a cirurgia de Mohs, que permite ao profissional obter uma avaliação microscópica das células tumorais, possibilitando, dessa forma, a remoção seletiva sem danificar a pele normal.

Assim como ocorre com a maioria dos cânceres de pele, o carcinoma espinocelular é diagnosticado e tratado precocemente. Isso é, quando ainda é possível remover e tratar por meio de terapias locais.

Raramente ele se dissemina para outros órgãos e linfonodos. Contudo, se isso acontecer, recursos como quimioterapia e radioterapia serão requeridos.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

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